Arq.Futuro e FGV-SP debatem lei de zoneamento

A Arq.Futuro é um think-tank (entidade que formula e promove conteúdo para discussão pela opinião pública) e a FGV-SP promoveram em conjunto um rico debate sobre a lei de zoneamento (PL 272/2015), em 15/02, das 09h00 às 13h30, no auditório Itaú da FGV.

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Houve duas mesas e na 1ª mesa participaram o Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando de Mello Franco com debatedores do Instituto Urbem, Sinduscon, Secovi e Asbea, com moderação do Prof. Gesner Oliveira da FGV/EEAeSP. Na 2ª mesa palestrou o  relator do PL e comentaram membros da Abrainc, IAB, ONG Minha Sampa, sob coordenação do Prof. Fernando Marcatto da FGV Law.
Representou o  vereador Gilberto Natalini (PV/SP) que não pôde estar presente, o seu assessor de meio ambiente, Marcelo Morgado, que no debate formulou duas questões: 1) a lacuna no PDE e PL de não se levar em conta a capacidade de suporte ao longo dos eixos estruturantes, ainda mais tendo em vista que tem potencial de transporte distintos. O Secretário Fernando Mello disse que o modelo de cálculo seria impreciso e que ainda que São Paulo não tenha os 500 km de metrô ideais, a cidade está tendendo para a estabilidade da população até 2040. Por outro lado, está avaliando um modelo com a Unesco; 2) via uma contradição entre discurso e a prática. O maior projeto de habitação popular em curso é no Parque dos Búfalos, em área de manancial, a beira da Billings, ao invés de se ocupar áreas no Centro Expandido como Brás, Bexiga e Glicério, que contam com equipamentos e poderiam abrigar empreendimentos. Ou seja fugindo a lógica de alijar para a periferia a população pobre e estressar o sistema de transporte com o movimento pendular. Em resposta ele disse que há projetos para adensar o Centro.

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