Natalini visita o departamento de psoriase do PAM Maria Zelia
O Vereador Natalini visitou o PAM Maria Zelia, juntamente com o Dr. Luiz Fernando Haigag Djabraian – Superintendente do Ambulatório Médico de Especialidades do Hospital. Natalini aproveitou a visita e conheceu todos os serviços prestados pelo Hospital, suas salas cirúrgicas, salas de consultas, salas de exames,… mas o principal objetivo da visita foi conhecer o atendimento que está sendo realizado pelo Departamento de Dermatologia, para os pacientes com psoríase. O PAM Maria Zelia adquiriu no ano de 2008, uma máquina de fototerapia e entre o período de adaptação até hoje, foram atendidos 218 pacientes, com 1400 sessões de fototerapia. Segundo o Dr. Luiz Fernando, os pacientes iniciam o tratamento ficando 30 segundos e lentamente passam a ficar até 5 minutos na máquina. "A aquisição desse equipamento foi de grande valia para a cidade de São Paulo. 2% da população tem psoríase, os medicamentos são de alto custo e a fototerapia certamente facilita no tratamento da doença", enfatiza Natalini.
Lei 14.812 – Publicada no DOC em 05/07/08, pag 1, col 4
DENOMINA PRAÇA VÂNIA DA SILVA SANTOS O ESPAÇO LIVRE INOMINADO SITUADO NA CONFLUÊNCIA DAS RUAS ANDRÉ BASILI, ADELINA PATTI E ALBERTO MACHADO, DISTRITO DE PARQUE DO CARMO, SUBPREFEITURA DE ITAQUERA. Clique aqui para ver a Lei ou Clique aqui para ver o PL 840/2007
Lei 14.809 – Publicada no DOC em 05/07/08, pag 1, col 3
DENOMINA PRAÇA JOÃO HAYDOU O ESPAÇO LIVRE SEM DENOMINAÇÃO DELIMITADO PELA AVENIDA PROF. ALCEU MAYNARD ARAÚJO E PELAS RUAS DO CABRAL E LEONEL VAZ DE BARROS, NO DISTRITO DE SANTO AMARO, SUBPREFEITURA SANTO AMARO. Clique aqui para ver a Lei ou Clique aqui para ver o PL 819/2007
Natalini discute o zoneamento da rua Texas
Em reunião com moradores e comerciantes da rua Texas, o vereador ouviu da população duras críticas com relação ao zoneamento estritamente residencial que a atual lei de uso e ocupação definiu para o local. Diversos comerciantes presentes na rua estão precisando fechar suas lojas deixando os moradores "ilhados", sem opção de serviço próximo de sua residência. Natalini explicou que no momento a câmara está discutindo a aprovação da revisão do plano diretor estratégico. A próxima etapa será a revisão da lei de uso e ocupação do solo, quando desejada a mudança de zoneamento poderá ocorrer. Novos encontros com os representantes da rua Texas e região.
Praia Leblon: Reivindicacoes atendidas
O vereador Gilberto Natalini encaminhou a solicitação da comunidade da Praia Leblon para a construção de duas praças e a prefeitura atendeu ao pedido e dará início às obras de urbanização das praças. Segundo o líder popular Paulo Toledo, "o vereador Natalini foi muito atencioso e eficaz. Esperávamos essas praças a muito tempo, agora sei que elas irão acontecer". O vereador Natalini por sua vez disse: "Fico contente com mais esta conquista. Não fiz mais que a minha obrigação".
Exposicao de Motivos da Politica de Mudanca do Clima
O prefeito Gilberto Kassab de modo corajoso resolveu enfrentar o tema do aquecimento global mediante elaboração de uma legislação sobre mudança do clima, a exemplo de muitas cidades norte-americanas e européias. Nossa luta aqui na Câmara para aprovar o PL 530/08 foi vitoriosa! São Paulo está de parabéns! Temos agora uma Política Municipal de Mudança do Clima – Lei n° 14.933/09. Lançado Livro "Exposição de Motivos para Política Municipal de Mudanças Climáticas para São Paulo". Acesse aqui o Livro na íntegra.
Vereador Natalini acompanha Serra na entrega de moradias no Jd. Pantanal, zona Leste
O vereador Gilberto Natalini acompanhou o governador José Serra na entrega de 372 moradias no conjunto Vila Jacuí B2 da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) no Jardim Pantanal, zona Leste. Participaram do evento, o secretário da Habitação e presidente da CDHU, Lair Krähenbühl, além de diversas autoridades públicas e lideranças populares. A entrega aconteceu nesta segunda, dia 6. É resultado de investimento de R$ 21 milhões – parte do Projeto Pantanal, que urbaniza o bairro e oferece melhores condições de moradias à comunidade local. "Acabou a fase de moradias públicas estilo caixas-de-fósforo", comemorou Natalini, sobre os apartamentos de 55 metros quadrados de ótima qualidade.
Sao Paulo pode crescer ainda mais
Estudo encomendado pela Prefeitura de São Paulo à Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado conclui que considerando os investimentos em transporte público previstos no Plano Integrado de Transporte Urbano (Pitu) para São Paulo até 2012, a estrutura da cidade ainda tem capacidade para suportar a construção de mais 23 milhões de metros quadrados nos próximos três anos. Esse valor equivale aos 1.543 prédios residenciais lançados entre janeiro de 2005 e abril deste ano. Os dados, inéditos, foram calculados para servir de base para o Município definir a capacidade de adensamento e verticalização de 90 regiões – as chamadas bacias de tráfego – e têm como base o ano de 2005. Pelas informações de 2005, havia a disponibilidade de 47,6 milhões de metros quadrados em edifícios residenciais (30,5 milhões) e comerciais (17,1 milhões) na capital paulista. Isso significava que até 4 mil edifícios poderiam surgir na cidade sem provocar transtornos. Para verificar a capacidade atual, o Estado cruzou os dados com os registros de lançamentos da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp) até abril deste ano. Vale destacar que houve boom histórico de construções na capital a partir de 2007 e atualmente o setor enfrenta as consequências da crise econômica. As regiões da cidade com maior capacidade para receber moradias, conforme o levantamento, são Mooca (1,7 milhão m² ou cerca de 140 prédios), na zona leste, Vila Mariana (1,6 milhão m² ou 130 prédios) e Moema (1,6 milhão ou 130 prédios), na zona sul.
Secretario do Verde e Meio Ambiente explica obra de ampliacao da Marginal
Faço uma síntese para você do processo de licenciamento da reforma da Marginal do Tietê, que foi objeto de várias discussões públicas neste primeiro semestre de 2009: O Brasil tem acompanhado o empate entre presidente da república, empreiteiras, ministros variados, ambientalistas etc, em torno do licenciamento ambiental de grandes obras públicas no país. A delicada e complexa relação entre desenvolvimento econômico e meio ambiente pede soluções equilibradas. Uma questão técnica que na verdade se revela política e até filosófica, na medida em que reflete o modelo de sociedade que precisamos no século XXI. Assim, é interessante verificar como o estado e a prefeitura de São Paulo têm conseguido se sair nestes impasses. Neste momento inicia-se a reforma da marginal do Tietê e estamos no processo de dois outros licenciamentos: o trecho leste do Rodoanel e ligação do trecho sul do Rodoanel com as rodovias Ayrton Senna e Dutra, via reformulação da Av. Jacu Pêssego na zona leste de São Paulo. No caso da marginal do Tietê o licenciamento começou a tramitar na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo em 22/12/2008. Cumprindo todo o ritual da Lei, a Secretaria de Transportes do Governo Estadual e a Secretaria de Obras Municipal passaram o projeto por Audiências Públicas, consultas a vários órgãos municipais e estaduais, votação no Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CADES) e nas Comissões Técnicas e Assessorias do CADES, conseguindo primeiro a Licença Ambiental Prévia (LAP) em 20/03/2009, depois a Licença Ambiental de Instalação (LAI) em 29/05/2009 e finalmente o Termo de Compromisso Ambiental (TCA) em 03/06/2009. Vejam, estamos conseguindo licenciar uma obra deste porte, cerca de 800 milhões de reais, numa localização muito complexa, em 6 meses. E ela não deixa de ter seu conteúdo polêmico, delicado e difícil, como nos referíamos nos parágrafos iniciais, porque nossa posição é de crítica à opção rodoviarista que foi feita pelo país no século passado dentro e fora das cidades. Entretanto, também temos a consciência que uma mudança desta opção exige uma vontade e articulação nacional e que é meta, necessariamente, de longo prazo, envolvendo investimentos em mobilidade via trilhos e pelas águas de grande alcance. No curto e médio prazos, medidas ainda na lógica do antigo modelo devem ser tomadas para não inviabilizar a mobilidade das cidades e do país, ao mesmo tempo que se investe em trem, metrô, trólebus , corredores etc como vêm fazendo os governos estadual e municipal de São Paulo. No médio prazo teremos a implantação total do Rodoanel Mário Covas, já concluído no seu trecho oeste, em conclusão no trecho sul (maior obra de engenharia hoje no Brasil) e em licitação no trecho leste. O trecho norte está em discussão para escolha do melhor traçado. No curto prazo teremos a ligação que vai ser feita entre Mauá (final do trecho sul do Rodoanel) com Guarulhos (para alcançar as rodovias Dutra e Ayrton Senna) pela reforma e ampliação da Av. Jacu Pêssego, que será uma via alternativa enquanto não se implanta o trecho leste do Rodoanel. Após esta nova etapa concluída, a Av. Jacu Pêssego continuará sendo uma via com vocação de base logística que impulsionará o desenvolvimento da zona leste, permitindo que trabalho perto de casa seja oferecido à população daquela parte da capital. É neste mesmo horizonte de urgência que se inclui a reforma da Marginal do Tietê, que será a via de ligação entre o final do trecho leste e o início do trecho oeste do Rodoanel enquanto não tivermos o trecho norte construído, uma obra problemática do ponto de vista ambiental. Quais os principais impactos negativos de uma obra como esta? O aumento da impermeabilização numa área já quase totalmente impermeabilizada ao longo da atual Marginal e o corte de 559 árvores no entorno da via em um universo de 4.589 árvores existentes no local. Quais são os principais impactos positivos? Com a melhora do fluxo do trânsito, haverá diminuição da poluição com repercussões na saúde humana local e com a melhor eficiência energética, haverá diminuição das emissões de gases de efeito estufa causadores do aquecimento global. Teremos início imediato da estrada parque e ciclovia do novo Parque Linear do Alto Tietê, que irá da região de Ermelino Matarazzo até Salesópolis. Será o maior parque linear urbano do mundo, que permitirá preservar e ampliar as áreas de várzeas protegidas para combater as enchentes na região metropolitana (grande ação de adaptação às mudanças climáticas) e reurbanizar toda uma região muito empobrecida e com presença débil dos serviços estatais, proporcionando opções culturais, ambientais, de lazer e econômicas que vão permitir uma maior integração desta população. É um ganho ambiental muito maior do que a perda de permeabilidade que vai acontecer ao longo da Marginal. Haverá ainda o plantio de 83 mil árvores no entorno da Marginal nas subprefeituras vizinhas, contribuindo para reduzir as ilhas de calor e melhorar os índices de umidade relativa do ar com repercussões positivas para a saúde dos habitantes dos bairros e 4.900 na própria Marginal, que dobrará assim sua própria cobertura arbórea. Mais 63 mil mudas serão plantadas na região da Área de Proteção Ambiental do Tietê, no território da cidade de São Paulo, entre outras programações previstas na Licença de Instalação dada pela SVMA. São 6% em compensações ambientais em relação ao valor da intervenção. Como no caso de outra obra de grande porte, o trecho sul do Rodoanel na capital, fomos bastante cautelosos em determinar a segurança ambiental a ser exigida para que o balanço dos impactos negativos/positivos permita aprovar a realização do projeto. No Rodoanel, a compensação acertada foi exigência de quatro unidades de conservação e de uma estrada parque ao longo da rodovia de até 300 metros de cada lado, criando um corredor biológico entre os parques (15 milhões de m² de área protegida) . Nos dois casos os governos estadual e municipal cumprirão rigorosamente as compensações previstas pela licença expedida. E cabe à SVMA irá
Natalini convidado para contribuir no Projeto Megacities
Aconteceu em São Paulo nos dias 20, 21 e 22 de julho de 2009 o evento "International Expert Panel on Megacities, Vulnerability and Global Climate Change". O evento foi uma reunião de trabalho fechada com especialistas e acadêmicos internacionais e nacionais, gestores e outros convidados, com o objetivo de identificar as principais vulnerabilidades da Região Metropolitana de São Paulo frente às mudanças climáticas já observadas e as projeções de tais mudanças ao longo das próximas décadas.