Gilberto Natalini SP

Ex-braço direito de JK pede ao governo divulgação de investigação que derrubaria ‘acidente na Dutra’

Quase meio século depois da morte do ex-presidente, Serafim Melo Jardim, secretário particular de Juscelino Kubitschek e dirigentes de comissões da verdade enviam petição à ministra dos Direitos Humanos clamando por publicidade de ‘todos os resultados averiguados’ que elidem conclusão do regime militar sobre o caso que chocou o País Dirigentes de comissões da verdade vão pedir nesta quarta, 6, à ministra Janine Mello dos Santos (Direitos Humanos e da Cidadania) e à presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, procuradora da República Eugênia Augusta Gonzaga, que divulguem os resultados de investigações sobre a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek, ocorrida há quase meio século, em 22 de agosto de 1976. “Em nome da Verdade e da História do Brasil, cumpre-nos rememorar que faltam poucas semanas para os 50 anos do desaparecimento de Juscelino Kubitschek, mas (pedimos) a conclusão do caso e que esta Comissão aplique as normas de sua competência aos fatos apurados”, diz ofício que será encaminhado à ministra e à procuradora. Entre os subscritores do documento está o ex-secretário particular de JK (1967-1976), Serafim Melo Jardim. JK morreu na Rodovia Dutra. O Opala em que ele viajava teria sido abalroado por um ônibus e, desgovernado, atravessou o canteiro central e bateu de frente em uma carreta. O caso chocou o País. A versão oficial da polícia do governo Ernesto Geisel é que ele foi vítima de um acidente de carro quando viajava do Rio para São Paulo. Desde o início, porém, a morte de JK foi cercada de suspeitas. Na época, países da América do Sul viviam sob o terror da Operação Condor, agrupamento militar empenhado no sequestro, desaparecimento e morte de políticos que se opunham aos regimes de extrema direita instalados na região nos anos 1970. JK saiu de um hotel no município de Resende (RJ) e sofreu o “acidente” fatal minutos depois, destaca a petição endereçada à ministra dos Direitos Humanos e à procuradora da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. “Quase meio século depois, as circunstâncias que envolvem o ‘acidente de trânsito’ na Via Dutra continuam não conhecidas pela maioria dos brasileiros e precisam ser esclarecidas”, protesta Serafim Jardim no documento que também é assinado por Gilberto Natalini (presidente da Comissão da Verdade Vladimir Herzog da Cidade de São Paulo, 2013-2014), Adriano Diogo (presidente da Comissão da Verdade Rubens Paiva do Estado de São Paulo, 2013-2015), Robson Sávio Reis Souza (coordenador da Comissão da Verdade em Minas Gerais, 2016-2018) e Ivo Patarra (consultor da Comissão da Verdade Vladimir Herzog, 2013-2014). Eles destacam que JK “amargou uma perseguição incessante durante o regime militar, tendo sua morte sido planejada e até divulgada previamente naqueles terríveis anos”. “Sua presença no hotel, cujo proprietário, o brigadeiro Newton Junqueira Villa-Forte, ocupara alta posição na hierarquia das Forças Armadas, jamais pode ser tomada como um mero acaso, como, aliás, circunstanciado em diversas investigações realizadas por distintas Comissões da Verdade. Os ‘investigadores’ da ditadura buscaram inculpar o motorista de um ônibus que trafegava na via Dutra, que, por sua vez, foi inocentado pelo Poder Judiciário em duas ocasiões.” Segundo o documento, o ônibus dirigido por Josias Nunes de Oliveira “não abalroou o Opala conduzido por Geraldo Ribeiro, motorista de confiança de JK havia 36 anos, também morto no ‘acidente’ da Dutra”. Ao longo do tempo, observam Serafim e os outros subscritores da petição, “numerosos elementos de prova foram sendo revelados e conectados, trazendo a certeza de que a versão da ditadura sobre o ocorrido não merece qualquer confiança e jamais poderia ser assumida, pelo povo brasileiro, como a verdade sobre nosso passado”.“Assim como mentiram deliberadamente sobre Zuzu Angel, sobre Herzog, sobre Fiel Filho e sobre tantos outros, a ditadura produziu mentiras e fraudes sobre a morte de JK.” A Comissão Municipal da Verdade Vladimir Herzog apontou 114 acontecimentos questionando a versão de “acidente automobilístico” para a morte de Juscelino. As Comissões Estaduais da Verdade, de São Paulo e de Minas também indicaram falhas na investigação do regime militar (governo Ernesto Geisel), “apontando a lógica e os caminhos de atentado político para assassinar JK, tirando-o das eleições presidenciais de 1978″. O Ministério Público Federal também realizou uma investigação minuciosa, concluída em 2021, e incluiu nos autos laudo do perito Sérgio Ejzenberg – engenheiro e Mestre em Engenharia de Transportes pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo -, com 222 páginas, cujas conclusões “demonstraram a plena falsidade das teses da ditadura sobre colisão do ônibus com a traseira do Opala”. “Além disso, a investigação do Ministério Público Federal revelou, por meio de uma sólida perícia médico-legal, as fraudes referentes aos exames toxicológicos, exames de sangue, quebra da cadeia de custódia dos corpos, entre outros elementos de prova até então inéditos”, assinala o ofício ao Ministério dos Direitos Humanos e à Comissão de Mortos e Desaparecidos. “A conclusão é inequívoca: a ditadura produziu investigações fraudulentas, destinadas a encobrir a verdade.” Com base nessa “nova e robusta” camada de documentos e elementos de prova, foi requisitado à Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, no âmbito do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o reexame do conjunto de fatores nos quais se deram as mortes de JK e de seu motorista, com o objetivo de, afinal, “ordenar todos os novos elementos até o momento disponíveis e aplicar o regime jurídico correto aos fatos, que, como é notório, beneficia a vítima da ditadura e jamais o Estado especializado em matar e ocultar que matou”. O grupo pede “a ampla divulgação de todos os resultados averiguados”. “A sociedade brasileira não pode continuar convivendo com mentiras acerca do que causou a morte violenta de um ex-presidente da República, um político popular cassado arbitrariamente pela ditadura militar. Está mais do que na hora de se conhecer e afirmar a verdade. Em nome da História do Brasil, de um país decente, em que a mentira seja chamada de mentira e a verdade chamada de verdade, pedimos a conclusão do presente caso e que esta Comissão aplique as normas de sua competência aos fatos apurados.” Para Serafim

SE TOCA, GENTE! O LIXO É NOSSO!

Nós consumimos cada vez mais para viver. A quantidade e a variedade dos produtos oferecidos para o deleite humano são cada vez maiores, e hoje atinge números alarmantes. São alimentos, bebidas, vestimentas, medicamentos, eletrodomésticos, veículos, moradias, aparelhos eletrônicos, embalagens, produtos de limpeza, de embelezamentos. São máquinas, drogas e todos os tipos de bens duráveis, ou não, necessários e supérfluos. A produção é gigantesca, e o consumo também. É claro que diante disso, os 8 bilhões de humanos, de forma desigual e injusta, consomem a produção de tudo que é retirado dos recursos naturais da Mãe Terra, ao ponto de a estar exaurindo a passos largos. Ao final disso sobram os resíduos desse consumo, que é popularmente conhecido como lixo. E aí começa outro capítulo. A maioria das pessoas no mundo, e principalmente no Brasil, pensa que o produto que sobra do seu consumo não é um problema seu. Produz o seu lixo, e ao colocá-lo em sua porta se desobriga de seu destino. E mais: muitas vezes descarta seus resíduos na via pública, em áreas desocupadas, em cursos d’água, ou no mar. Muito desse lixo é tóxico, metais pesados, produtos químicos, plásticos, restos orgânicos ou venenos mesmo. O destino correto para as sobras do consumo humano é um imenso desafio para a sociedade, nesses tempos de degradação ambiental e mudanças climáticas. Mas, sabemos, que boa parte do nosso lixo de cada dia, vai parar no seio da natureza, contaminando o solo a água e o ar, voltando como um bumerangue contra a saúde e a vida das pessoas e demais seres vivos. No Brasil, cerca da metade dos municípios ainda convivem com lixões a céu aberto. Boa parte dos resíduos se infiltram na terra, contaminam os rios e lagos, se evaporam como gases tóxicos, ou vão produzir ilhas artificiais de lixo no mar. Temos aqui, a lei 12305 de 2010, que não é cumprida até hoje. A cidade de São Paulo, que produz 18 mil toneladas de lixo por dia e mais 8 mil toneladas de resíduos da construção civil, recicla menos de 5% disso e já não há mais espaço no município para ampliar seus aterros. O Rio de Janeiro quase não faz reciclagem. Imaginem o resto do Brasil. É catastrófico. Diante dessa realidade assustadora temos que começar do começo. Cada um de nós tem que aprender que o nosso lixo individual é de nossa responsabilidade até o destino final. Reduzir a produção de lixo, reciclar, reaproveitar, é uma tarefa que começa dentro da nossa casa e se estende para a rua, o bairro, a cidade, a sociedade e os governos. O que não pode mesmo é continuar a transformar o planeta num lixão. Isso não!!! Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista

CIDADE DE BELÉM: MAIS UM SINAL DO CLIMA

Há alguns dias, a cidade de Belém do Pará foi vítima de chuva de 150ml, em 24 horas, a metade do previsto para o mês de abril inteiro. Ruas alagadas, pessoas desalojadas, doenças transmissíveis, prejuízos econômicos e ambientais, foram o resultado. Mas, na retrospectiva, tivemos as catástrofes de Petrópolis (2000 mortos), de Angra dos Reis, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, de São Sebastião, do Rio de janeiro, de Salvador e tantos outros lugares do país. Somam-se a isso as queimadas descontroladas no Cerrado, no Pantanal e na Amazônia, destruindo milhares de hectares de vegetação, quando a fumaça poluída e tóxica vinda de lá transformou em São Paulo o dia em noite, pela fuligem. As estiagens prolongadas que têm acontecido no Brasil, cada vez mais frequentes, provocaram as secas do Rio Negro e Amazonas, do Pantanal, entre outras. As Mudanças Climáticas avançam em todo o planeta, e aqui no Brasil, seus fenômenos extremos se repetem em todos os cantos. Embora tenha havido inúmeras iniciativas globais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, essas emissões ainda estão em crescimento. A humanidade está perdendo a batalha pelo clima. A velocidade das mudanças climáticas tem sido muito maior que a capacidade dos humanos de prevenir o fenômeno. A situação é grave e preocupante, e agora temos o acontecimento das guerras que pioram a transição energética no mundo. A humanidade tem que cair na real. Senão… Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista

BRASIL: PAÍS DO FUTURO?

O Brasil é uma das maiores economias do mundo. Já foi a oitava e hoje é a 11ª. Esse é um número poderoso. Porém, aqui no rés-do-chão a situação é outra. Estamos entre os países mais desiguais do planeta. Aqui cerca de 8 pessoas possui a riqueza somada de 100 milhões de compatriotas. O sistema financeiro drena 43% do orçamento anual do país com o pagamento de juros e serviços da dívida pública. Não é o pagamento da dívida, só dos juros e serviços da mesma. Isso é uma hemorragia de nossa produção econômica. Pelo menos uma auditoria independente deveria ser feita para averiguar essa situação. Esse ano a dívida pública bateu em 10 trilhões de reais, quase 80% do PIB. O Governo Lula, que não mexe na lógica da política financeira, mantém os juros em 15% ao ano, emite títulos públicos para financiar os gastos do governo, cada vez maiores e mal gerenciados, numa escalada de gastança perdulária, incompetência no trato dos recursos públicos e ralos de corrupção incontroláveis. No Brasil temos 70 milhões de pessoas endividadas, 40 milhões de trabalhadores informais, 90 milhões de pessoas que vivem do Bolsa Família, com porta de entrada e sem porta de saída. A quantidade de subsídios públicos às atividades econômicas privadas bate recordes, drenando grandes quantias de recurso, muitas vezes sem retorno compensatório. Infelizmente, entra governo e sai governo, de “direita” e de “esquerda”, e essa situação só piora, podendo se dizer que nossa situação hoje é pré-falimentar. A polarização tóxica que invadiu o Brasil com xingamentos cruzados, chulos e medíocres, em nenhum momento toca na real situação de dependência e servidão a um sistema econômico e financeiro que coloca o país de joelhos, e penitencia a população à pobreza e exclusão. Enquanto não se enfrentar isso o futuro do Brasil estará sempre no futuro. Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista

BRASIL: RESTAURE-SE A MORALIDADE!

No Brasil, a democracia conquistada a duras penas em 1985 e reafirmada pela Constituinte de 1988 dá sinais explícitos de adoecimento. A República brasileira expõe, cada dia mais, o apodrecimento de suas estruturas, carcomidas por graves desvios políticos, econômicos, sociais e morais. A cada momento surgem fatos e notícias do processo de degeneração de nossas instituições e lideranças. Assim, todos os poderes da República, Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, e muitas entidades empresariais, organizações da sociedade civil, igrejas, sindicatos, partidos políticos e pessoas individuais, caíram na teia imensa e perigosa da polarização política tóxica, do fisiologismo, do populismo, do corporativismo e da incompetência, levando o Brasil para um perigoso lugar que coloca em risco a Democracia. Os poderes públicos brigam entre si, não pelas boas causas, mas defendendo privilégios e seus desvios morais e éticos. Ministros e Juízes, acumulam fortunas obtidas de condutas que envergonham suas togas. Parlamentares, atuam no seu interesse pessoal, produzindo um circo de horror, com escândalos que se repetem há décadas. O Poder Executivo desde o Federal, até os municípios perderam o pudor e desviam o suado dinheiro do imposto pago pelo povo, que se manifestam em mega escândalos, como o Mensalão, o Petrolão, o Emendão, o Descontão e agora o Masterzão. Os acordos políticos são usados para blindar as bandalheiras das “dignas” autoridades da República brasileira. Muitas empresas, instituições e organizações sociais entram nessa ciranda macabra de corrupção e de patrimonialismo participando como atores principais nesse teatro do absurdo que se instalou no Brasil. Parcela importante de nossa população naturalizou essa situação trágica em que nosso país se afundou. Não é raro ouvirmos das pessoas do povo a frase: “se eu estivesse lá, eu também roubava”. É preciso aqui registrar um agravante a toda essa situação, que é o crescimento e a infiltração em todas as regiões e instituições do Brasil do crime organizado. As quadrilhas do tráfico de drogas, de armas e de pessoas, hoje fazem parte da vida brasileira, tendo representantes eleitos e indicados nos poderes públicos, inclusive nos órgãos de segurança pública, diversificando suas ações e tornando-se uma “holding dos negócios do crime”. Funcionam como empresas. Já é a 8ª máfia do mundo, movimentando bilhões de reais. Uma praga que cresceu na sociedade brasileira. Mas, um país jamais será uma nação, se não tiver o interesse público republicano em primeiro lugar. Não tem sido nossa realidade. Portanto, coloca-se diante de nós uma tarefa gigantesca de agregar as forças e as pessoas que tem o compromisso de aprofundar e sanear nossa Democracia, no caminho da liberdade política, do desenvolvimento sustentável, da equidade social e da moralidade pública. A vida dos verdadeiros democratas e patriotas brasileiros nunca foi fácil. E a tarefa que nos é colocada é hercúlea. Mas o Brasil merece o esforço e a dedicação de todos nós. Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista

É HORA DE EDUARDO LEITE- Manifesto do movimento Livres da Polarização

O Brasil precisa sair do impasse político que aprisiona o país há anos. A polarização entre populismos – não importa que se digam de esquerda ou de direita – empobrece o debate público, tribaliza e sectariza a sociedade e impede que o país enfrente seus verdadeiros desafios. Essa lógica do “nós contra eles”, alimentada pelos populismos, substitui ideias por identidades políticas rígidas, transforma adversários em inimigos e bloqueia soluções modernas para problemas reais: desenvolvimento econômico sustentável, redução das desigualdades, qualidade da educação, segurança pública e fortalecimento das instituições democráticas. O movimento Livres da Polarização nasce da convicção de que o Brasil é maior do que essa disputa estéril. Queremos construir uma alternativa democrática, reformista e responsável — comprometidacom a liberdade, a justiça social, a economia moderna e o respeito às instituições. Uma alternativa que tenha coragem de enfrentar os erros dos populismos, sejam ditos de esquerda e de direita. Para isso, o país precisa de uma liderança nova, que não esteja vinculada politicamente a nenhuma dessas duas forças que dominam e atrasam o debate nacional, mas que seja capaz de dialogar com diferentes correntes democráticas e reunir brasileiros cansados da guerra ideológica permanente. Nesse contexto, ganha força o nome de Eduardo Leite. Político liberal de formação democrática, ele representa uma síntese moderna entre responsabilidade fiscal, compromisso social e respeito às liberdades democráticas. Sua trajetória demonstra capacidade de diálogo, construção de consensos e liderança reformista. Sua candidatura tem potencial para reunir setores de várias orientações políticas, que não pensam da mesma maneira, mas que podem se aglutinar em torno de um mesmo propósito, formando uma maioria política que represente o Brasil real: trabalhadores, empreendedores, jovens, profissionais e cidadãos que desejam caminhar para frente e não para os lados em eterno confronto. Eduardo Leite expressa a possibilidade de superar a polarização e construir um novo ciclo político no país, baseado em reformas, responsabilidade democrática e reconciliação nacional. Desperdiçaressa oportunidade de ouro neste momento frustrará as melhores expectativas da sociedade brasileira.O Brasil precisa virar essa página. E milhões de brasileiros que rejeitam a política tóxica da polarização começam a se reconhecer nessa alternativa. Livres da Polarização, 24 de março de 2026.

Educação ambiental: uma política transformadora

Confira o artigo intitulado ‘Educação ambiental: uma política transformadora’, publicado originalmente no site da AFPESP, de Gilberto Natalini, coordenador de Meio Ambiente da AFPESP, médico gastrocirurgião e ambientalista, e de Ana Maria Villela Alvarez Martinez, coordenadora de Educação e Cultura e ocupante da cadeira nº 1 de Artes da Academia de Letras, Ciências e Artes (ALCA) da AFPESP. Confira o artigo clicando aqui.

Mulheres: o protagonismo é agora

Confira o artigo intitulado ‘Mulheres: o protagonismo é agora’, publicado originalmente no site da AFPESP, de Gilberto Natalini, coordenador de Meio Ambiente da AFPESP, médico gastrocirurgião e ambientalista. Confira o artigo clicando aqui.