Gilberto Natalini SP

Ibirapuera, sem concessão

A cidade de São Paulo dispunha de 36 parques municipais em 2004. Nos oito anos que se seguiram, num ritmo jamais visto, a Prefeitura entregou 66 novos parques – incluindo os lineares, implantados nas margens dos córregos, parte deles na periferia. Essa política vitoriosa de ampliação de áreas verdes fez com que os 15 milhões de metros quadrados de áreas verdes existentes em 2004 se transformassem, em 2012, em 45 milhões de metros quadrados de parques municipais. Três vezes mais.

Tumores: O SUS continua descendo morro abaixo…

No meu dia a dia como médico tenho encontrado muitos casos de pessoas que são diagnosticadas com câncer. Parece, e deve ser real, que o número de certos tumores malignos segue aumentando sua incidência na população.

Aeroporto em Parelheiros? Loucura!

Há um grupo de empresários bastante articulados com certos setores da política que há alguns anos atrás propuseram a construção de um Aeroporto em … Parelheiros.

Parque que te quero Parque

Desde a fundação de São Paulo em 1554 até o ano de 2004 a cidade dispunha de 36 Parques Municipais. Alguns conhecidos e famosos, como o Parque do Ibirapuera, do Carmo, Luz, entre outros. De 2005 a 2012 a cidade ganhou 66 novos parques, inclusive parques lineares. Saltou de 15 milhões de m² de área de parques para 45 milhões de m². Ampliou principalmente na periferia da cidade.

O meu, o seu, o nosso lixo

As pessoas, no geral, após comprar e consumir um produto embalam o que sobrou dele e colocam na porta de casa como lixo, para ser recolhido e descartado. 

AIDS: dezembro vermelho e a sua preocupação

O Brasil completa 30 anos de luta contra HIV/AIDS, sendo referência mundial ao tratamento da doença. De acordo com o Boletim Epidemiológico de 2018, a taxa de detecção de AIDS era de 21,7 casos em 2012 por cada 100 mil habitantes e em 2017, o número caiu para 18,3. Também houve queda de 16,5% na taxa de mortalidade pela doença entre 2014 e 2017.

Alimentação saudável é sinônimo de qualidade de vida

A alimentação é a base para a saúde humana. Mas e quando a questão é o mau uso dela, principalmente na primeira fase de vida? A preocupação se torna ainda maior. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para a sociedade se conscientizar nesse sentido, pois a tendência é de que, nos próximos cinco anos tenhamos um mundo ainda mais obeso e nada saudável.