O SUPREMO SE APEQUENOU

Faz algum tempo que o Brasil mergulhou num fosso profundo de polarização política e ideológica. Uma divisão falsamente produzida entre uma “esquerda”, demagógica, fisiológica, populista e corrupta, e uma “direita” igualmente populista, demagógica e corrupta, que agrega propostas autoritárias e fascistoides. Essa divisão expandiu-se e foi tomando conta de todos os espaços políticos, sociais e econômicos do país, jogando-o numa discussão estéril agressiva e predatória. As forças do centro democrático e ético ficaram sem espaço de atuação e sem lideranças de expressão nacional. Todas as instituições estão infiltradas com essa disputa falsa e pernóstica. O Supremo Tribunal Federal – STF não ficou de fora disso. O país assiste estarrecido e indignado o grande circo de horror que mostra sua cara dentro da Suprema Corte. Os ministros nomeados politicamente, estão divididos ao meio, no que diz respeito à polarização. Os interesses desses dois grupos falam mais alto do que a letra da Constituição Federal, cada um defendendo o seu “guru” político. O STF perdeu seu rumo e sua função. O ridículo tomou conta das togas, das pautas e dos votos. Ao lado dessa pantomina polarizada assistimos no Brasil uma verdadeira pandemia de corrupção, que se alastrou por todos os cantos e instituições da república, atingindo os poderes executivo, legislativo e judiciário, e tomando também boa parte das instituições da sociedade civil e do empresariado. Ser corrupto hoje virou uma mania nacional. Mais uma vez, o STF não ficou de fora dessa farra de mal feitos. Estamos vendo os dedos em riste dos ministros togados, apontando uns para os outros, disputando quem se lambuzou mais com o dinheiro sujo do banqueiro bandido Vorcaro, com raras exceções. A nossa Corte Suprema, “guardiã da Constituição”, está atolada na lama da bandalheira até a altura da testa. E o brasileiro médio, que recusa essa polarização falsa e ridícula, que trabalha duro para custear sua vida, assiste atônito à guerra de baixaria dos togados, sem ter a quem recorrer. Pobre Brasil! O que foi que fizeram com você? Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista
AGUENTA CORAÇÃO!

O conhecimento humano não tem limites. Avança no tempo com uma velocidade assustadora. As vezes ficamos tontos e confusos com tantas descobertas, informações, novidades que surgem pelas mãos da ciência e da tecnologia. O volume de conhecimento nos dias de hoje é colossal. Assim, nenhum ser humano, sozinho, por mais inteligente e informado que seja é capaz de dominar as informações nos dias de hoje. A tecnologia da informação, a eletrônica, a cibernética, a biologia, e tantas outras lançam uma novidade por minuto. O saber vai tangendo o infinito. Mas, há um campo que vai alçando a própria intimidade da vida. É o domínio dos segredos da genética e a manipulação dos cromossomos e dos genes. Está sendo desvendado e alterado o código genético, cada vez com mais precisão. Isso abre caminho que pode nos levar a dominar a própria essência da existência humana, para o bem ou para o mal. Como toda descoberta científica, o primeiro sentimento que chega é o medo: onde vai nos levar esse caminho? Mas, nós já sabemos que nada é capaz de parar a voracidade e a curiosidade do conhecimento humano. Assim, num mundo de sofrimento, de injustiça, de violência, de destruição de vidas, convive, sim, o domínio cientifico sobre os segredos da vida. Aguenta coração! Gilberto Natalini – Médico e Ambientalista
Cartilha Árvore é Vida
SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME!

Um beco sem saída! Assim está essa eleição 2026 no Brasil. Já participei de dezenas de eleições desde 1972, mas nunca vi um processo eleitoral tão esquisito como esse. A política deixou o povo descrente de tudo e de todos, e alheio ao canto da sereia dos candidatos. É como se uma enxurrada de promessas mentirosas fosse despejada na cabeça dos eleitores. E isso tem causa. A degeneração da atividade política no país, promovida por uma falsa e tóxica polarização entre “esquerda” demagógica, fisiológica e corrupta, e uma “direita” populista, corrupta e fascistoide, que expressa a barbárie social, trouxe o processo eleitoral para a disputa entre rejeitados. Os dois principais candidatos têm mais de 50% de rejeição dos eleitores. Dessa forma, a disputa eleitoral, que deveria ser o coroamento da Democracia, tornou-se o pleito da rejeição. As verdadeiras propostas para os graves problemas políticos, econômicos, sociais, ambientais e morais do Brasil sumiram das bocas dos candidatos. Viraram fumaça! Esse é um momento muito pobre da vida nacional. Mas, a defesa da Democracia, contra os golpes e os aparelhamentos ideológicos, deve ser nosso compromisso principal. Daí decorre a cobrança de um desenvolvimento sustentável, a quebra dessa desigualdade social pornográfica que há no Brasil e o combate feroz a essa farra de corrupção que toma conta do Brasil. Só a mobilização e organização da sociedade brasileira poderá trazer a política brasileira para os trilhos. E isso transcende esse processo eleitoral desesperançado. Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista
UM BUFÃO DO MAL

Em seu nacionalismo míope e tacanho, Donald Trump, com uma conduta que parece uma biruta de aeroporto em dia de vento forte, produz a confusão geopolítica e econômica no mundo. Sua ideologia, presa na década de 50, prega um chauvinismo burro num tempo de globalismo, e vai isolando os EUA da comunidade internacional, entre seus adversários e aliados. Suas tarifas atingem países que sempre comercializaram com os americanos, muitas vezes em condições desfavoráveis, como é o caso do Brasil. Trump colhe como resultado, não o incremento de sua economia, mas a escassez e a carestia de produtos indispensáveis ao povo de lá, como é o caso do hamburger. O resultado de sua “guerra santa” contra o Irã resultou no aumento do preço dos combustíveis dentro e fora de seu pais, e ainda deu sobrevida à ditadura dos aiatolás, que estava cambaleando antes da guerra. Além disso, consumiu o estoque bélico dos EUA e caminhou na rota de derrotado. Um fiasco. Trump, um bilionário com vários B.O.s no campo ético e moral, se julga o xerife do mundo, Invadiu a Venezuela, prendendo o ditador local, ameaçou anexar a Groelândia e submeter o Canadá. Ofende a Comunidade Europeia e flerta com autocratas, como Putin e tantos outros. Até o Papa, o primeiro americano no cargo, sofreu ataques medíocres de Trump. Nas questões ambientais e climáticas ele é o desastre do atraso e do negacionismo. Tirou os EUA do acordo de Paris, se lambuza de petróleo (já vimos isso por aqui também), e prega abertamente a negação, enquanto seu país mergulha nas tragédias dos fenômenos climáticos extremos. Ele tem a rejeição da maioria dos americanos e governa com factoides, ameaças, golpes de mídia, e uma forma caricata de ser, até fisicamente. É um bufão calculista e irresponsável na cadeira de comando da maior potência mundial. Até que a China, com sua calma silenciosa e operativa, os supere. Nesse cenário, cresce no planeta os blocos unilaterais, como Turquia, Paquistão e Arábia Saudita, e tantos outros, fragmentando ainda mais a geopolítica global, com a ameaça constante e a presença de disputas, conflitos e guerras. O mundo tem problemas imensos, como desigualdade social, fome, miséria, e a ameaça fatal da degradação ambiental e das mudanças climáticas. E tudo que não precisamos é o caminho seguido hoje. Um caminho que jamais deveríamos trilhar. Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista
SALVEMOS A GUARAPIRANGA

Água nossa de todo dia. Ninguém vive sem água! Vira graveto!! A região metropolitana de São Paulo tem quase 22 milhões de habitantes, sendo 12 milhões na capital. Cerca de 4 milhões são abastecidos pela água da Represa de Guarapiranga (garça vermelha), que fica na Zona Sul da Cidade. Esse grande reservatório é formado por 12 córregos e centenas de nascentes que brotam do que ainda existe de mata atlântica remanescente na região. O espelho d’água da Guarapiranga que tem 27 Km² de extensão, e sua bacia hidrográfica possui 638 Km². A represa tem 118 anos e foi inaugurada em 1908. É cercada pelas Subprefeituras de Capela do Socorro, M’Boi Mirim e Parelheiros. No decorrer do tempo foi sendo ocupada por sítios e pequenas fazendas, depois por imobiliárias clandestinas, que lotearam bairros, até hoje ilegais, ocupações por movimentos populares de moradia, invasões formiguinhas e por último uma devastação feita pelo crime organizado que derrubou 1,5 milhão de árvores e assoreou 1000 nascentes. Assim, hoje a região do reservatório é densamente povoada, até as margens lindeiras ao espelho d’água. São cerca de 1 milhão de habitantes na bacia hidrográfica da Guarapiranga, desses 70% são da Cidade de São Paulo. São 207 mil desses morando em favelas. Esse imenso espelho d’água, vem morrendo aos poucos no decorrer do tempo, principalmente nos últimos 30 anos. A causa para esse “assassinato” é multifatorial, e tem se agravado a cada dia. A ocupação desordenada e predatória, seja qual for, é a principal causa. A imensa pressão social por moradia, somada à fraqueza e desleixo dos poderes públicos fizeram das áreas de mananciais grandes conglomerados de bairros, que destruíram a mata nativa, assorearam nascentes e trouxeram grandes massas de poluentes que feriram mortalmente o corpo da Represa Guarapiranga, a caixa d’água da Região Sul de São Paulo. Cerca de 50% do esgoto coletado de 1 milhão de moradores lindeiros à represa é devolvido ao espelho d’água, sem nenhum tipo de tratamento. Há também a poluição difusa, levada pelas chuvas e ventos de milhares de ruas e calçadas que circundam a área. E ainda temos o lixo doméstico despejado nos córregos e nas margens, que se depositam dentro do reservatório. Somada à toda essa agressão, temos ainda à alteração do regime de chuvas, que em período de longas estiagens, produz enorme redução do volume de água reservado. Por tudo isso, a situação da Represa de Guarapiranga é muito grave, havendo um grande risco de sua inviabilização. Pouca coisa vem sendo feita pelos governos e pela empresa que retira a água e deveria tratar os esgotos despejados lá. A eutrofização e o assoreamento da represa são assustadores. O tratamento dessa água se torna inviável. A continuar assim, Guarapiranga caminha para a morte, deixando de ser um manancial para 4 milhões de pessoas que ficarão sem água em suas torneiras, pois não há outra fonte que substitua Guarapiranga. Diante dessa trágica situação, nós estamos propondo uma corrente de lideranças e entidades que estejam dispostas a cobrar soluções urgentes para tentar salvar a Represa de Guarapiranga. Convido você para participar de reunião de organização do movimento “Salvemos a Guarapiranga”. Será no dia 23 de setembro de 2026, às 16 horas, no Sindicato dos Engenheiros, Rua Genebra, número 25. Compareça! Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista
A ELEIÇÃO DA DESESPERANÇA

Temos visto as manifestações dos candidatos à Presidência no Brasil. Tem sido um debate fraco, que não propõe saídas para os graves problemas do país. São arremedos de propostas. A questão econômica fica na superficialidade. Hoje, 43% do orçamento nacional é drenado para pagar juros e serviços da dívida pública, sangrando e quebrando gravemente nossa economia, deixando míseros percentuais para as áreas sociais, penalizando a população. Nenhum dos candidatos fala disso! Por medo, por ignorância, ou por conivência mesmo. Outra questão candente, o meio ambiente e a emergência climática, passa à margem das observações dos candidatos. Continuamos sem rumo certo naquilo que é uma imensa ameaça, já presente em nossas vidas. Os dois principais candidatos, artífices da polarização, se alimentam e se retroalimentam de questões ideológicas artificiais e tóxicas, que já saturaram o Brasil. Se acusam de corrupção, quando eles próprios têm vasto currículo nesse quesito. É o roto falando do esfarrapado. Assim caminhamos para uma eleição que não vai resolver nossas necessidades. No mínimo, vai aumenta-las. Tem sido muito difícil esse processo político. A proposta de um centro democrático e ético não logrou ser construída até o momento como alternativa de poder, com um nome forte e respeitado para comandar o Brasil, junto com as forças que propõe a democracia, o desenvolvimento econômico com respeito à natureza, a maior equidade social e a fundamental moralidade pública. Os dois principais candidatos têm 54% e 51% de rejeição popular. Portanto, essa será, novamente, a eleição dos rejeitados. Pobre Brasil, órfão mais uma vez! Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista
O TRÂNSITO E O HOME OFFICE

A cidade de São Paulo tem cerca de 9 milhões de veículos em sua frota urbana. Só motos são cerca de 1,3 milhões. Os ônibus urbanos somam cerca de 14 mil, mas chegam a 50 mil veículos se contarmos todos os tipos. Se toda essa imensa frota sair na rua de uma vez a cidade enfarta. As ruas entopem e pára tudo. Podemos dizer que não há vias suficientes para caber tantos veículos. Sabemos que parte dessa frota sempre fica parada e vai se revezando, mas mesmo assim, andar de carro em São Paulo vai ficando cada vez mais difícil. Mas, temos observado um fenômeno interessante. Nas 2ªs, quartas e sextas feiras, parece que tem menos carros nas ruas. O trânsito tem aliviado, flui mais fácil, e algumas vias ficam até semivazias. O que mesmo está acontecendo??? Pelo volume da frota, o rodízio de placas não está sendo mais suficiente para aliviar o transito, embora sem ele o caos já tivesse sido anterior. Na verdade, o advento do home office, o trabalho em casa, iniciado no tempo da pandemia da Covid-19, é o grande responsável pela diminuição do trânsito nos dias referidos. Se observarmos bem, nas 3ªs e 5ªs feiras, as ruas e avenidas de São Paulo, voltam a se locupletar de carros, tornando o trânsito infernal. Segundo consta, são justamente os dias que as pessoas saem de casa para o trabalho presencial. Nos sábados e até nos domingos, o número de veículos nas ruas é cada vez maior. Justamente nos dias que as pessoas saem para fazer compras e passear. O impacto dos dias de home office na queda de congestionamentos é um fato real. Mas, se formos pegar o Metrô às 6 horas da manhã, na estação Alto da Boa Vista, em Santo Amaro, as vezes temos que esperar de 3 a 5 trens para conseguir entrar, tal o abarrotamento de gente dentro dos vagões. O mesmo acontece com os ônibus que passam superlotados. Quem vai ali são os trabalhadores manuais, que não podem trabalhar à distância, pelas características de seus serviços. Os urbanistas, os ambientalistas, as pessoas de bom senso sempre propuseram o desenvolvimento regional da Cidade, para que as pessoas pudessem trabalhar no próprio bairro, evitando, às vezes, viagens de 2 horas de ida mais a volta do emprego. Mas a força do mercado e a falta e a falta de políticas públicas suficientes, nunca avançaram nesse sentido. Hoje, a tecnologia, a sociedade virtual, e a produção pela internet, permitem o home office, que por tabela está aliviando o fatídico entupimento do trânsito de São Paulo. Pelo menos por enquanto. Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista
O MEIO AMBIENTE E O CLIMA EXISTEM?

Está rolando as eleições majoritárias e parlamentares no Brasil. Para Presidência da República temos inúmeros candidatos, mas pela polarização infeliz que o país vive, somente duas candidaturas parecem se impor. São os “ ícones da polarização”. De um lado, Lula do PT, e do outro Flavio do clã Bolsonaro. Mas, acompanhando as falas de todos os pretendentes, inclusive dos dois polarizados preferidos, não vemos uma só palavra, umazinha sequer, sobre sustentabilidade, clima e meio ambiente. Nenhuma análise, avaliação ou referência ao que mais ameaça a humanidade e os brasileiros; os fenômenos extremos das mudanças climáticas. Para esses candidatos, parece que esse problema não existe, sendo que ele é o problema dentro dos problemas. É certo que a situação econômica do Brasil é catastrófica, com 90 milhões de endividados, falências se multiplicando, crescimento econômico ameaçado, juros escorchantes e uma dívida externa que já passa de 10 trilhões de reais. É certo que a situação social aqui é vergonhosa. Somos campeões, ou vice, de desigualdade social e campeões mundiais de feminicídios. Disputamos o campeonato mundial de mortes por assassinatos e outras tantas por acidentes de trânsito. É certo que o Brasil está no ranking mundial dos países mais corruptos. É certo que os dois principais candidatos visitaram as cadeias e tem, cada um, mais de 50% da rejeição popular. Mas com todo esse quadro sombrio, sobrepõe-se as imensas ameaças, já sendo concretizados, das catástrofes climáticas e da degradação ambiental. Assim, vemos todos os dias, chuvas destrutivas e ventos uivantes no sul, estiagens terríveis no norte e centro-sudeste e calor extremo aqui e acolá. Vemos também uma agricultura insustentável, o ar das cidades poluído, a escassez hídrica nas metrópoles, a Amazônia e Mata Atlântica sempre ameaçadas. Vemos despejarem 50% do esgoto humano nos cursos d’água, a existência de cerca de 1800 cidades com lixões, e a “farra do boi” dos plásticos no solo e nos oceanos. Portanto, qualquer candidatura presidencial ou parlamentar decente, deveria abordar, além dos problemas políticos, econômicos e morais que são imensos, a questão da sustentabilidade, o clima e o meio ambiente. E isso nós não temos visto por aqui. Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista
AS ELEIÇÕES VÊM AÍ: CUIDE DO SEU VOTO!

Podemos afirmar, sem erro, que esse Congresso Nacional atual (Senado e Câmara) é o pior que já passou por aqui. Suas decisões, na maioria, prejudicam a vida da Nação e do povo brasileiro. Na área política, econômica, social e ambiental, nossos parlamentares, eleitos pelo voto popular, tem aprovado leis que fazem o Brasil andar para trás na história. Isso sem falar no festival de denúncias, de escândalos, de atos desbragados de corrupção e outras mazelas. Para dar só um exemplo, falamos do festival de besteiras das emendas parlamentares. Mas a lista de desmandos é infindável. Todo o país fala mal do no nosso Parlamento, que o próprio país elegeu. Daqui a menos de 2 meses teremos novas eleições. Agora é a hora de não só falar, mas de agir. Quatro letras formam uma arma poderosa: o VOTO! Escolher um candidato é um trabalho grande que exige atenção e perseverança. Primeiro não trocar seu voto por dinheiro ou favores pessoais. Também estudar o histórico de cada candidato. Isso ajuda a saber quem ele é. E escolher aquele que se compromete e demonstra na vida, o caminho desses itens: Aquele que demonstrar um compromisso real com essas quatro bandeiras terá meu voto. Depois, se eleito, vou acompanhar suas atitudes no Congresso e cobrar coerência e trabalho. Eleitor: na Democracia, o voto é sua arma. Saber usá-la é a chave para uma vida melhor. Agora é a hora! Gilberto Natalini- Médico e Ambientalista