09/03/2015 – 1ª Reunião Preparatória da 14ª Conferência P+L e Mudanças Climáticas
Data: 09/03/2015 Horário: 9h00 às 12h00 Local: Câmara Municipal de São Paulo – Sala Sérgio Vieira de Mello Vd. Jacareí, 100 – 1º SS
Natalini reúne especialistas para discussão de zoneamento em SP
Com objetivo de ouvir especialistas no assunto e a comunidade dos bairros de São Paulo, a roda de conversa sobre a nova Lei de Zoneamento, realizada na manhã desta quarta feira (25/02), na Câmara Municipal de São Paulo, reuniu vereadores, arquitetos, urbanistas e lideranças comunitárias que levantaram questões aprofundadas sobre o tema. Durante a discussão foram pontuados vários problemas como a falta de cálculo na execução de obras pela cidade. Para o urbanista Cândido Malta, a questão da água já nos dá uma visão de como funciona o planejamento urbanístico na cidade. “Como planejar a falta de água em São Paulo? A prefeitura sempre posterga o uso do solo.”- afirma o urbanista.
13/03/2015 – Roda de Conversa sobre a Nova Lei de Zoneamento
Data: 13/03/2015 Horário: 9h00 às 13h00 Local: Câmara Municipal de São Paulo – Plenário 1º de Maio Vd. Jacareí, 100 – 1º andar
Recicle os resíduos orgânicos em sua própria casa e produza adubo de excelente qualidade
O ambientalista e vereador Gilberto Natalini (PV) tem buscado alternativas sustentáveis para o seu dia a dia. Instalou em sua residência bombonas de água, que recolhem até 5 mil litros de água de chuva para ser reaproveitada, montou uma horta orgânica no seu quintal, e agora adquiriu uma composteira doméstica da Morada da Floresta, entre tantas outras ações. Natalini é um homem de atitudes sustentáveis.
Gravidez de mulheres vulneráveis
O vereador Gilberto Natalini (PV) realizou na noite desta 2ª feira (23/02) o Ciclo de Debate Município Saudável, cujo tema foi Gravidez nas Mulheres Vulneráveis. O evento contou com a participação de especialistas da área médica, como Dra. Albertina Duarte Takiuti- Coordenadora da Área Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde, Dra. Isabel Sorpreso- Coordenadora da Área Saúde da Mulher da Secretaria de Estado da Saúde e Dra. Rossana Pulcineli- Faculdade de Medicina da USP. Na ocasião discutiu – se muito sobre a cultura de planejamento de gestação. “Planejar quando elas querem engravidar, como será essa gestação e em que momento a mulher quer ter esse filho é muito importante, inclusive, para a diminuição dos riscos e complicações na gravidez”, comentou Rossana Pulcineli – médica obstetra e especialista em Saúde da Mulher da Faculdade de Medicina da USP.
Bolsa Família e suas Segundas Intenções
O grande mérito do PT assim que chegou ao poder, foi modificar a Bolsinha Social do FHC e transformá-la num instrumento formidável eivado de duas faces. A primeira face desse ousado Plano Político, bem visível, criou e expandiu-se extraordinariamente e por isso foi recebida pela população miserável como um verdadeira dádiva salvadora mas que pode ser vista por dois ângulos (1) pelo efeito salvador e socorrista que podemos classificá-lo de EFEITO VISÍVEL e (2) pelo EFEITO OCULTO tido como verdadeira contrapartida da doação de recurso; a compra de votos da família que recebe o benefício monetário, pois quem – em sã consciência – vai renegar quem lhe facilita sobremaneira sua vida? Os muito brasileiros que vivem em situação de miserabilidade (DIZEM SER 25 MILHÕES DE BRASILEIROS) que – de repente – passam a receber ajuda pecuniária para si e para a família toda, mesmo sendo de pequeno valor, embora constante, traz novas e renovadoras forças à suas vidas já que passam a ter um salário familiar com privilégio garantido (que outros brasileiros da categoria “não miseráveis” não a possuem). Assim, na esteira do EFEITO OCULTO, temos a consolidação do Plano B, o qual consiste em, de forma subrepticia, buscar o agradecimento desse grande feito, sob a forma dE voto democrático, consagrando a doação às famílias que – prazerosamente – registram seu agradecimento profundo à doação pecuniária, de forma vinculada: o voto na candidatura de quem lhes cedeu às benesses. Está feito o jogo. Garantido a eleição, o auxílio social e tudo mais fica em paz, exceto a indignidade da compra de voto que infelizmente tem passado em branca nuvem. A única forma de trazer de volta à ética, a moralidade e os bons costumes, relegados a segundo e terceiro planos, é que se faz mister a aprovação de uma PEC, tornando nulo o voto de beneficiário de “bolsa família”. Enquanto estiver sob a batuta dos benefícios do auxílio temporário, fica impedido de votar, tornando a obter esse direito quando dispensar o benefício pecuniário. Da mesma forma, extensivamente, ficariam impedidos temporariamente de votar os demais beneficiários de pacotes sociais, tais como auxílio penitenciário, Lbtg, e outros tantos componentes da benesse financeira do Governo.
Em defesa do SUS
O Fórum Permanente em Defesa do SUS reuniu na tarde desta segunda feira (23/02), na sede da Associação Paulista de Medicina – APM – em São Paulo, entidades da área da saúde, centrais sindicais, sindicatos de trabalhadores em diversas áreas e representantes de diversos conselhos de categorias profissionais, além de entidades representativas da sociedade civil, e de partidos políticos. O vereador Gilberto Natalini (PV), um dos articuladores do evento em defesa do SUS, também esteve presente. Durante o encontro foram avaliadas diversas situações atuais da saúde pública do país.
Gravidez nas mulheres vulneráveis é tema de Ciclo de Debate na Câmara Municipal de SP
O maior desafio hoje, no que se refere ao planejamento reprodutivo no Brasil, é garantir que a informação e as opções de planejamento reprodutivo cheguem às populações de mulheres vulneráveis- como adolescentes, usuária de drogas, moradoras de rua e presidiárias, por exemplo. Preocupado com essa situação, o vereador Gilberto Natalini (PV) organiza o 32º Ciclo de Debate Município Saudável, que abordará o tema Gravidez nas mulheres vulneráveis. Entre os palestrantes está a Dra. Albertina Duarte – Coordenadora do Programa Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde. Conforme pesquisa divulgada recentemente em 35 países, publicada na revista especializada “Human Reproduction”, por ano, 15 milhões de mulheres engravidam porque não usam métodos contraceptivos. (veículo O Globo- 4/02/2015). Entre os principais dados da pesquisa, estão: – Entre 15 e 16,7 milhões de gravidezes indesejadas acontecem todos os anos em 35 países de baixa renda porque as mulheres não fazem uso de métodos contraceptivos considerados modernos, como a pílula e a camisinha. – O Brasil não foi um dos países pesquisados durante o trabalho, mas, por aqui, as gravidezes indesejadas também não são raras. Um levantamento feito com 24 mil grávidas de 9 meses no país e divulgado ano passado pela Fiocruz revelou que 55% delas não estavam planejando ter filhos naquele momento. – Segundo os autores, muitas das mulheres que engravidam nesses países enfrentam, no futuro, problemas como morte precoce, deficiências, redução de oportunidades de emprego ou interrupção nos estudos. – As mulheres mais pobres e com menos grau de educação estão entre as que menos fazem uso desses contraceptivos. – Em meio as 14,8 mil grávidas da pesquisa que não usavam contraceptivos e não queriam ser mães, a principal razão para não recorrer a métodos de prevenção era o medo dos efeitos colaterais, apontado como motivo por 5,5 mil, ou 37% das mulheres. Oposição, da família ou da igreja, foi o motivo para 22,4% delas. E 17,6% subestimavam o risco de engravidar. Outras razões citadas foram o custo desses métodos e a falta de informação sobre eles. Sobre algumas mulheres vulneráveis: Adolescência interrompida Além das oportunidades de estudo e trabalho reduzidas, a mãe adolescente frequentemente reincide em uma nova gestação. Em 2011, no Brasil, aproximadamente 27 mil meninas entre 10 e 14 anos e mais de 600 mil jovens com idades entre 15 e 20 anos tiveram filhos. Dados de literatura médica apresentam 30% de reincidência de gestação no primeiro ano após o parto e 25% a 50% de reincidência de gestação no segundo ano após o parto. Descendentes do crack Outro grupo que pode apresentar baixa adesão ao planejamento reprodutivo é o de dependentes químicas. Dados do Centro Brasileiro de Informações sobre drogas psicotrópicas, da Universidade Federal de São Paulo, revelam que 62% das usuárias de crack se prostituem todos os dias para financiar o vício. Sem o poder de negociação para exigir o uso de preservativo, além da limitação da capacidade de julgamento, devido aos efeitos das drogas, podem ficar expostas tanto à gravidez, quando à contaminação por DSTs. A pesquisa realizada pela Fiocruz, encomendada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e divulgada pelos Ministérios de Justiça e Saúde, também revelou que mais da metade das usuárias de crack já engravidaram pelo menos uma vez desde que iniciaram o uso do crack e similares. Como consequência, o vínculo afetivo com o bebê pode ficar comprometido e assim ocasionar o abandono. Quanto voltam à rotina de consumo de drogas, as mulheres podem engravidar novamente. Gravidez no cárcere As pessoas provadas de liberdade também têm o direito à educação e à saúde. Às mulheres presidiárias também é garantido o acesso a métodos contraceptivos, pré natal, atendimento médico, partos e assistência ao puerpério, entre outros. Apesar das garantias legais, de acordo com relatório elaborado pelo Centro de Justiça e o Direito Internacional (CEJIL) sobre as mulheres encarceradas no Brasil, o aumento no número de presas não tem sido acompanhado por melhorias estruturais. Os bebês nascidos dentro de presídios podem ficar com a mãe somente até os seis meses de idade. A separação pode acarretar choques psicológicos e emocionais para as crianças. E, muitas vezes, elas são encaminhadas para abrigos. De acordo com números do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), de 2000 a 2006 o número de mulheres presas em todo o país aumentou 135,4%. Ser mãe é sonho de muitas mulheres. Mas poder escolher quando isso vai acontecer e se vai acontecer, é direito de todas. Isso significa receber orientações sobre a melhor forma de planejar ou evitar uma gravidez, ter acesso a vários métodos anticoncepcionais e poder esclarecer suas dúvidas sobre como usá-los de forma segura. Serviço: 32º Ciclo de Debate Município Saudável- Gravidez nas mulheres vulneráveis Data: 23/02 Horário: 18h30 Local: Câmara Municipal de São Paulo- Auditório Prestes Maia Vd. Jacareí, 100- 1º andar
Justiça de SP suspende pela segunda vez a construção de moradias no Parque dos Búfalos
O vereador Gilberto Natalini (PV) participou no último domingo, em São Paulo, do encontro em comemoração à decisão da justiça de suspender a construção de um condomínio residencial no terreno do Parque dos Búfalos, próximo a Represa Billing na zona sul da capital paulista. Natalini é um dos líderes que se mobilizaram a favor do parque desde o início.
Especialistas defendem mobilização popular para melhorar o SUS
Especialistas defenderam nesta quinta-feira (19/2) a necessidade de uma mobilização popular para que o SUS (Sistema Único de Saúde) tenha mais investimentos e ofereça um atendimento de qualidade aos cidadãos. O debate sobre o financiamento dessa política pública foi o tema do XXXIII Ciclo de Debate Município Saudável realizado na Câmara Municipal de São Paulo, uma iniciativa do vereador Gilberto Natalini (PV).