"Cotia não tem condições de administrar Parque Cemucam"
Nesta terça-feira (1/10), a Comissão do Meio Ambiente da Câmara, por proposição do vereador Natalini, se reuniu para discutir a doação do Parque Cemucam (Centro Municipal de Campismo). A área pertence a prefeitura de São Paulo que pretende passar o local para a prefeitura de Cotia administrar. A reunião deixou claro que a maioria do colegiado é contrária à doação.
Descubra qual programa utilizar para abrir um arquivo desconhecido
Todo arquivo possui, além de um nome, uma extensão. A extensão faz referência ao tipo de arquivo em questão. Por exemplo, as fotos podem usar a extensão JPG, BMP, PNG ou GIF, dentre outros. Um documento do Word, pode ser DOC ou um DOCX. Arquivos compactados teriam extensões do tipo ZIP ou RAR. A partir das extensões o computador é capaz de “saber” qual programa deve utilizar para abrir um arquivo. Nem sempre, no entanto, você terá o programa necessário para abrir um arquivo em seu computador. E pior: dependendo da extensão, pode nem saber qual programa instalar para abrir corretamente o arquivo. Veja abaixo como fazer: – Acesse o site FileInfo; – Digite a extensão desejada ou pesquise por categorias ou ordem alfabética; – Clique na extensão desejada e obtenha a descrição completa do tipo de arquivo e qual programa utilizar para abri-lo. fonte: www.TechTudo.com.br
Faculdade de Direito da USP realiza 17ª Pré Conferência P + L e Mudanças Climáticas
O Vereador Gilberto Natalini tem realizado pré-conferências P + L e Mudanças Climáticas pela cidade. Esses eventos têm como objetivo educação ambiental e capitalização da informação. Nesta 2ª feira (30/09) aconteceu a 17ª pré conferência, agora na Faculdade de Direito da USP.
PL 0675/2013
Inclui no Calendário oficial do Município de São Paulo a Caminhada Cultural de Santo Amaro e dá outras providências. Clique aqui para ver o PL.
Câmara Municipal de SP discute uso da bicicleta na cidade
A secretária de Transportes de Nova York (Estados Unidos), Janette Sadik-Khan, afirmou nesta quarta-feira que é possível ter mobilidade em grandes cidades sem “gastar muito dinheiro”. A americana – popularmente conhecida como “secretária das bicicletas” – realizou uma palestra na Câmara Municipal durante o seminário “A Bicicleta em São Paulo: Políticas Públicas para Transformar a Cidade”, promovido pela Frente Parlamentar em Defesa da Mobilidade Humana.
Vereador Natalini atua pela zeladoria urbana e limpeza da cidade
Você já deve ter passado diversas vezes a pé e apressados onde se executava manutenção na rede aérea das concessionárias de eletricidade, telefonia e empresas de TV paga. Talvez mal tenha reparado no lixo deixado para trás na forma de fios picados, arames, fitas isolantes e outros pequenos resíduos.
Vereador Natalini recebe abaixo assinado pedindo melhoria para Aclimação
O Líder Comunitário Valdo Xavier esteve com o Vereador Gilberto Natalini (PV/SP) entregando abaixo assinado, contendo aproximadamente mil assinaturas, onde comerciantes e moradores do Bairro da Aclimação, Distrito da Liberdade, solicitam melhoria da segurança dos munícipes na área envolvida pelas Ruas Bueno de Andrade, Tenente Otávio Gomes, Conselheiro Furtado e Tamandaré devido ao notório aumento de casos de assalto.
Ônibus Versus Automóveis – O Trânsito Caótico
Com a instalação de corredores exclusivos de ônibus em São Paulo que, em última análise, consistiu em pintar o chão de branco nas ruas, reservando a área para os ônibus, está provocando uma sequencia de observações e experimentos sempre sob o prisma de dois ângulos; o dos proprietários de carros e os usuários de ônibus. O proprietário/motorista que não larga do carro de jeito nenhum, está achando péssimo esse serviço implantado, porque a gasto de latas e mais latas de tinta para pintar o chão de faixa branca acabaram surrupiando dos automóveis uma faixa completa –(dizem 126 quilômetros ou 504 mil m²) —- de espaço, complicando ainda mais o já caótico trânsito paulistano. Mas o lado automobilístico ainda têm mais queixas, pois falam que; suas aquisições movimentam uma massa de recursos líder da economia; que a indústria petrolífera e açucareira também se beneficia horrores; que pagam taxa para estacionar em ruas públicas como se fossem estacionamentos particulares desprovidos de segurança; pagam licença de funcionamento; pagam ainda inspeção veicular; movimentam o mundo de peças usadas e novas, tintas, pinturas, buzinas, rádios, GPS, celulares especiais, licença para ter o veículo independente da outra licença, ambas anuais taxando a mesma coisa. Pagam ainda licenças para serem habilitados. Como prêmio são pressionados a não saírem de suas garagens, condenados ao ostracismo, ameaçados de terem de suportar mais um rodízio triplo semanal, com abusivas multas se forem desrespeitadas a regra do rodízio infernal que vem por ai. Sem auferir nenhuma alternativa a não ser desembolsar taxas e mais taxas. Mas como em toda versão tem o outro lado da moeda, o fato é que os usuários de ônibus, eternamente prejudicados com a péssima qualidade do transporte público, não se abalaram com essa novidade da nova administração municipal porque – na verdade –nada sofreram – nem a favor nem contra com as novas regras iniciadas com a pintura de faixas no chão, delimitando a área dos automóveis. Essa apática manifestação por parte dos usuários se deve à constatação real de que nada mudou ou continua tudo como antes na terra de Abrantes. Os ônibus são os mesmos, não houve nenhuma intervenção no transporte coletivo no sentido de criar alternativas para as linhas sobrecarregadas, mormente as da zona sul, da zona leste, da zona oeste e da zona central, tudo diante do simples fato de que as linhas têm como prioridade atender aos locais mais longínquos indo até o ponto central de ligação ou no centro. Com essa medida de simplicidade franciscana, que apenas serve às empresas consorciadas e seus interesses financeiros, mas não serve ao interesse público que é o que deveria prevalecer e como tudo neste pobre país, o interesse da coletividade que vá para as calendas. Explicando melhor: os ônibus que fazem o trajeto do ponto inicial na periferia com destino aos terminais de bairro, têm um conceito razoavelmente melhor de atendimento ao público, (pero no mucho) enquanto que o outro tipo, que sai direto da periferia para o centro sem passar por terminais, tem um conceito classificado como horrivelmente péssimo pelos usuários. É que ao iniciar a viagem, o coletivo vai arrecadando passageiros no trajeto da periferia e quando transita pelo bairro principal já está completamente lotado, com cerca de 300 pessoas dentro dele. É o caso de perguntar-se às autoridades: como fazer para adentrar num ônibus completamente lotado? Têm que entrar por causa do horário de trabalho, sujeitando-se à posição de sardinha em lata. Para se ter uma ideia, no “hall” de entrada de acesso ao ônibus, num espaço de 4 m² ficam dispostas cerca de não menos de 12/15 pessoas, todas espremidas e aguardando abertura da passagem pela catraca de cobrança e como após a catraca também não há espaço, fica presente uma situação absolutamente desconfortável e humanamente depreciativa ao direito do cidadão. Nada diferente do que acontece nos trens da CPTM e no Metrô. E tudo isso poderia ser evitado com a simples (a palavra simples está assinalada para chamar a atenção) liberação de veículos partindo do fim do espaço da periferia e início do bairro, para “arrecadar” todo o povo que se comprime diariamente nos pontos para chegar a tempo em seu compromisso. Não é mesmo simples? Porque será que não enxergam esse simples providência? Seria falta de visão administrativa do órgão competente ou desídia para evitar gastos do empresário do consórcio de ônibus? Falta ônibus? Falta motorista e cobrador? São duas alternativas viáveis e postas, pela inércia diretiva, à disposição da falta de capacidade gestora, da negligência, tanto do lado municipal quanto do empresarial, conectado com a pouca ou nenhuma importância e consideração que o usuário merece, pois – afinal – bem ou mal e na visão negligencial, o usuário está (sic) sendo atendido pela magnífica administração pública do transporte coletivo paulistano, com ampla assistência empresarial. Esta é a razão pela qual o proprietário de carro não faz opção pelo transporte coletivo. Só essa. De nada adianta fixar novos corredores sem qualquer planejamento para atender o caso como um todo com o que gera esse grande movimento produzido pelas mudanças de faixas. Sem planejamento, tal medida conseguiu o milagre de aborrecer as duas facções, todas carreadas de consequências danosas ao meio ambiente, à economia com os atrasos que geram dificuldades em todos os polos, enquanto que o usuário de ônibus não está vendo benefício nenhum porque – com o aumento dos que deixaram o carro de lado – há mais gente usando os equipamentos, há o mesmo número de ônibus e – de um modo especial – temos o mesmo desconforto e aborrecimento pelos motivos apontados. A presente observação aplica-se à movimentação da manhã ou de ida ao trabalho. O movimento de volta, será objeto de novo comentário porque também tem, para o usuário de ônibus, sérios problemas de falta de atenção, com grande dose de desprezo à figura humana. Provado que neste capítulo não houve qualquer tipo de planejamento para o Toto do problema: houve apenas preocupação em pintar faixas no chão. Mais nada…..
26/09/2013 – 4ª Reunião Ordinária da Subcomissão para Revisão do Código Sanitário
Data: 26/09/2013 Horário: 13h às 15h Local: Câmara Municipal de São Paulo – Viaduto Jacareí, 100 – Sala Oscar Pedroso Horta – 1º subsolo
Seminário discute os efeitos da poluição na saúde dos paulistas
O Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo recebeu na noite desta segunda-feira (23/9) o “Seminário Mobilidade Urbana e Poluição do Ar – a visão da saúde”, que debateu os impactos negativos da poluição na vida dos moradores do Estado de São Paulo e quais soluções de mobilidade podem ser tomadas para amenizar isso.