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Gilberto Natalini SP

MPF Investigando a Corrupção

O Ministério Público Federal (MPF) lançou ontem um mapa na internet com todas as ações movidas pela instituição no Brasil. O mapa permite a consulta de processos nas áreas cível e criminal, além de dados de inquéritos policiais e investigações conduzidas pelo MPF. Os processos podem ser consultados por número, nome das pessoas envolvidas (a não ser no caso dos inquéritos) e por Estado. No momento em que o Congresso discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 37, que retira o poder de investigação do Ministério Público, os dados mostram que existem atualmente 37 mil processos de investigação criminal própria do MPF em tramitação no país. O número de inquéritos policiais com a participação do MPF é de 123 mil. As ações penais em andamento na Justiça somam 128 mil. Ao todo, são contabilizados mais de 287 mil processos judiciais e investigações (inquéritos policiais e termos circunstanciados) em que o MPF atua. Só na área penal, são 239 mil ações judiciais e investigações. Entre esses procedimentos, 3.507 tratam de peculato (apropriação ou desvio por funcionário público de bem público). Outros 1.028 envolvem o crime de corrupção passiva praticado por funcionários públicos e 985 tratam de corrupção ativa. Também há 94 ações e procedimentos investigatórios de lavagem de dinheiro oriundos de corrupção envolvendo funcionários públicos. Os casos de direito eleitoral somam 1.349, e os de direito tributário, 470. (Publicado no Boletim AASP).

Lançado livro sobre Políticas do Envelhecimento Ativo

O vereador Natalini participou na tarde desta sexta feira (26/04) do lançamento do livro “Velhices: experiências e desafios nas políticas do envelhecimento ativo”. O livro foi escrito por diversas entidades parceiras do mandato de Natalini e organizado pelas profissionais do envelhecimento: Tereza Etsuko da Costa Rosa, Áurea Eleotério Soares Barroso e Marília Cristina Prado Louvison, com o apoio do Instituto de Saúde (IS), do Dr. Luis Roberto Ramos e do Dr. Alexandre Kalache.

Doenças Cardiovasculares são as principais causas de mortalidade no Brasil

A DPSC/SBC – Diretoria de Promoção de Saúde Cardiovascular, que é a interface entre a Sociedade Brasileira de Cardiologia e a comunidade, realizou nesta 6ª feira (26/04) a Campanha de Hipertensão, na UBS Vila Izolina Mazzei. O objetivo da campanha foi atingir a população usuária da atenção básica e sensibilizar os médicos do Sistema Único de Saúde através de vídeo-aulas, mostrando a importância do diagnóstico precoce das doenças e da promoção de saúde.

Faculdade de Direito da USP sedia III Fórum da CIPA

O Vereador Gilberto Natalini participou na manhã desta 6ª feira (26/04) do III Fórum da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), organizado pela Secretaria de Coordenação das Subprefeituras. Estiveram presentes por volta de 120 cipeiros, autoridades e a juíza Thereza Nahas, do Tribunal Federal do Trabalho.

Médicos protestam contra planos de saúde

Médicos, dentistas, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde se reuniram em protesto nesta quinta-feira, 25, na Avenida Paulista, em São Paulo. Vestidos de jalecos e com faixas e cartazes de protesto, a marcha teve duração de 30 minutos. O vereador Natalini que é médico, fez questão de estar presente.

Revisando a história

Ex-delegado diz que grupo de repressores da ditadura está ativo Em depoimento ao presidente da Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, vereador Gilberto Natalini (PV), o ex-delegado Cláudio Guerra afirmou que existe um grupo formado por pessoas que participaram da repressão durante a ditadura militar (1964-1985) e que hoje atuaria na área de segurança privada e espionagem. Segundo ele, o grupo ainda está em atividade. Leia reportagem completa do jornal Folha de São Paulo

Comissão da Verdade: Ex-delegado Executava Opositores

A ida do vereador Natalini (PV) ao Espírito Santo para entrevistar o ex-delegado da Polícia Civil Claudio Guerra marcou o início de uma busca da Comissão da Verdade municipal por depoimentos de agentes do regime. Guerra, segundo ele próprio, “ficava clandestinamente à disposição do escritório do SNI (Sistema Nacional de Informações)” e realizava execuções a pedido do órgão.