Gilberto Natalini SP

Tramitação do PL vedando comercialização do palmito juçara avança

O PL 0654/2013 de autoria do Vereador Natalini que só permite comercializar palmito plantado (pupunha, açaí, palmeira real) venceu em 16/10 uma importante etapa e passou sem restrições de teor pela CCJ – Comissão de Constituição e Justiça e Legislação Participativa, cujo parecer é decisivo para qualquer projeto. Essa é a comissão no Legislativo com poder p/ engavetar um PL que não respeite os princípios da constitucionalidade e legalidade. Assim agora seguirá p/ as comissões técnicas.

Bairro solar na Alemanha produz quatro vezes mais energia do que consome

Não há forma de energia mais limpa e abundante no planeta que a solar. Esta é em essência a base de todas as outras, já que mesmo os combustíveis fósseis resultam da decomposição após milhares de anos de organismos gerados pela fotossíntese dos vegetais, o que requer luz solar.

PL 0737/2013

Dispõe sobre o uso de água potável na limpeza de calçadas no âmbito do município de São Pauto e dá outras providências. Clique aqui para ver o PL.

Vereador Natalini protocolou em 15/10 um PL coibindo o uso de água potável para varrer calçadas

O Ver. Gilberto Natalini tem grande preocupação com o uso racional da água, um recurso precioso, em especial na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), região de déficit hídrico, o que exige da Sabesp importar água de até 72 km do centro de S. Paulo, em bacias hidrográficas em MG. Por isso ele propôs a lei municipal pioneira no país, que determina a utilização de água de reúso, proveniente do efluente final de estações de tratamento de esgoto, para lavar logradouros e monumentos, desobstruir galerias pluviais e irrigar áreas verdes.

Planeta Sustentável – Nutritivos até o talo

O que você faz com a casca da batata depois que a salada ou o purê ficam prontos? Se a resposta for “Jogo no lixo”, olha que tristeza: ali são detectadas 100 vezes mais substâncias benéficas do que no interior do tubérculo. E isso não é exclusividade da batata, não. “Algumas pesquisas já revelam que talos, folhas, sementes e cascas de vários alimentos são muito mais nutritivos do que sua polpa”, conta a nutricionista Karime Cader Ribeiro Queiroz, coordenadora técnica do Banco Rio de Alimentos, programa social do Sesc Rio de Janeiro. Foto: Tomás Arthuzzi

Vereador Natalini participa de evento sobre mudanças climáticas do Planeta Sustentável da Abril

O Ver. Gilberto Natalini tem colocado seu mandato a serviço de iniciativas locais para mitigação do aquecimento global, a maior ameaça que a humanidade enfrenta na atualidade, com terríveis implicações para o regime de chuvas, subida do nível dos mares, produção de alimentos e a biodiversidade. Desde 2002 o Vereador organiza as Conferências de Produção mais Limpa e Mudanças Climáticas e a edição de 2013 contou com mais de 4000 participantes.

As mudanças climáticas estão mudando o planeta e o nosso cotidiano

Há inúmeras evidências que apontam que o aquecimento global já está mexendo com a vida da gente, com maior frequência de eventos climáticos extremos e clima mais exacerbado, o que para nós paulistanos significará enfrentarmos invernos mais secos e poluídos e verões com mais enchentes e mais engarrafamentos. Isso é claro se não fizermos nada! Na 12ª Conferência P+L e Mudanças Climáticas lancei o livro “Mudanças Climáticas: do global ao local”, em que manifesto minha enorme preocupação com este tema, que se tornou a maior ameaça para a humanidade e para outros seres vivos. Lá exponho como coisas que fazemos agora e como meros indivíduos afetam o futuro e a humanidade. Porém se desesperar com o futuro é inútil. Temos é que fazer a nossa parte e nisso precisamos estudar para entender como através de simples atitudes damos nossa cota de contribuição. Um bom exemplo é a prática da coleta seletiva para reciclagem de materiais. O vidro feito a partir do derretimento de cacos exige cerca de 25% menos energia (e daí menos emissões de CO2, principal gás de efeito estufa) que o produzido a partir de areia e outros minerais. Pense nisso! Compartilho a matéria publicada no “O Globo” que sem trocadilho uso como exemplo da ligação entre local e global. O texto faz alerta sobre a necessidade das cidades brasileiras se adaptarem e se montar sistemas de monitoramento e alerta para evitar que chuvas provoquem perda de vidas e prejuízos, sobretudo para a população carente, que por falta de planejamento urbano e políticas de habitação, ocupa áreas de risco em encostas íngremes, várzeas e fundos de vale, locais que não deveriam abrigar residências. Gilberto Natalini Médico e Vereador PV/SP