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Gilberto Natalini SP

Vereador Natalini: em defesa firme das árvores SAUDÁVEIS de São Paulo

Neste domingo (24) o vereador Gilberto Natalini (PV) fez diligência junto aos moradores da rua Pernambuco, Higienópolis, em defesa das árvores do local. Por determinação da Prefeitura de São Paulo 12 árvores seriam cortadas. O parlamentar esteve, pessoalmente e, na companhia do engenheiro florestal, Felipe Rodrigues, verificou a situação e exigiu os laudos que determinam o corte das árvores. Às 8h da manhã já havia dois caminhões da Prefeitura e funcionários para efetuar o serviço.

Profetas políticos clamam: "Ai de ti, Brasil!"

Depois deste texto, Arnaldo Jabor não precisa escrever mais nada. Ao término da leitura, não se acanhem. Levantem-se de onde estiverem e, de pé, aplaudam sem constrangimentos. Tenho a certeza de que o que foi escrito é tudo aquilo que gostaríamos de dizer em rede nacional.

Desenvolvimento Urbano: assunto sério e urgente

Desde o início das discussões sobre o Plano Diretor Estratégico (PDE), o vereador Gilberto Natalini (PV) insiste na falta de uma objetiva e justa política para o desenvolvimento urbano. O parlamentar participou – e continuará participando – de inúmeras reuniões com o objetivo de levar critérios que tornem a urbanidade de São Paulo mais democrática e sustentável.

Queremos uma São Paulo arborizada!

O Plano Intensivo de Manejo Arbóreo (PIMA) foi lançado pela Prefeitura Municipal de São Paulo (Secretaria da Coordenação das Subprefeituras) em agosto do ano passado. Pretendia reduzir o risco de quedas de árvores antes do período das chuvas (considerado a partir de novembro). O vereador Gilberto Natalini (PV) é autor do Projeto de Lei nº 885/2013,  que regulamenta a poda drástica de árvores na cidade de São Paulo.

Poda drástica de árvores: crime ambiental

Aprovado, nesta segunda-feira (21), na Câmara de São Paulo, em 1ª votação Projeto de Lei nº 885/2013, do vereador Gilberto Natalini (PV) que regulamenta a poda drástica de árvores na cidade de São Paulo.

COP 21: Um avanço para a humanidade e esperança para o planeta

O acordo fechado no dia 12 de dezembro, na 21ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP 21), em Paris, foi histórico já que, pela primeira vez, todos os 195 países participantes concordaram em agir, efetivamente, contra as mudanças climáticas. A decisão foi estabilizar, até 2100, a temperatura do planeta abaixo de 2°C, com esforços para limitá-la a 1,5°C. A revisão das metas a cada 5 anos também foi um grande avanço. O conceito de banimento dos combustíveis fósseis a partir de 2050 foi assumido pelos países. Os parlamentares brasileiros da Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso se comprometeram a tornar lei no Brasil a INDC (Contribuição Nacionalmente Determinada e Pretendida).