Gilberto Natalini SP

Carta da Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo sobre a Crise no Setor de Diálise

Atualmente, no Brasil, em torno de 150.000 cidadãos estão em tratamento crônico de diálise, segundo o último Censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia. Considerando-se a incidência e a prevalência de pessoas em diálise em países com o mesmo nível de desenvolvimento que o Brasil, estima-se que exista um número não desprezível de pacientes que deveriam estar em tratamento, mas que não chegam às unidades de diálise por falta de acesso ao sistema de saúde. A hemodiálise é a modalidade predominante no país, responsável por 85% dos pacientes em tratamento. Em média, para cada indivíduo em hemodiálise, o tratamento constitui-se por 3 sessões por semana, com duração de 4 horas.

Sustentabilidade, um novo paradigma de vida

Para viver bem, o ser humano precisa de todos os elementos da natureza em plenas condições de consumo. O homem é responsável pelo equilíbrio ecológico do planeta, seu maior poluidor e vítima. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 23% de todas as mortes estão ligadas a “riscos ambientais” como poluição do ar, contaminação da água e exposição a produtos químicos. Neste vídeo, o médico e ambientalista Gilberto Natalini, explica o que é sustentabilidade e a necessidade do uso responsável dos recursos naturais, para garantir manutenção da vida no Planeta. https://www.spdm.org.br/saude/galeria-de-videos/saude-e-meio-ambiente/item/3779-sustentabilidade-um-novo-paradigma-de-vida

VELHICE CIDADÃ 2.0 #velhicenãoedoenca

Como sabemos, a população do mundo está envelhecendo rapidamente. Pelas conquistas da ciência, da medicina e por melhor qualidade de vida, os seres humanos estão vivendo mais.

Grupo VELHICE NÃO É DOENÇA amplia atuação e se fortalece no Brasil

Encontro online com a participação de cerca de 100 pessoas de várias regiões do país marcou, hoje, a retomada do movimento do coletivo Velhice Não É Doença para 2022. Grupo, aliás, ampliado com a inclusão de profissionais de diversos segmentos (saúde, educação, comunicação, social, direitos, etc) e de entidades que atuam na área.

Alzheimer: Carta à Anvisa

Em nome da Academia Brasileira de Neurologia, a qual é uma associação sem fins lucrativos, de duração indeterminada, congregadora e representativa dos que exercem e/ou cultivam a Neurologia e ciências afins no Brasil, e que dirige e orienta o Departamento de Neurologia da Associação Médica Brasileira, e representa no país a WFN – World Federation of Neurlogy, tomamos a liberdade de lhes encaminhar esta mensagem sobre o processo de liberação do fármaco Aducanumab para tratamento da doença de Alzheimer (DA).

Voluntários se unem para defender parques em São Paulo

O orçamento da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo quase dobrou em  2022; cresceu de R$ 223,6 milhões no ano passado para R$ 441,6 milhões. O valor equivale a apenas 0,53% do orçamento total, mas representa uma conquista histórica. Havia 12 anos, o repasse para a área não tinha um aumento tão significativo. Nascido em 2019, o Fórum Verde Permanente de Parques, Praças e Áreas Verdes tem parcela de responsabilidade nesse salto. Movimento suprapartidário que reúne grupos voluntários de todas as regiões da capital, ele se manteve ativo na pandemia e trabalhou intensamente para influenciar os programas de governo na última eleição à Prefeitura e à Câmara Municipal. “Hoje temos cerca de 40 pessoas atuando de forma efetiva no fórum”, disse o professor Francisco Bodião, que começou a militar na Chácara do Jockey e ajudou a fundar o movimento. “Contamos ainda com um grupo no WhatsApp com mais de 200 pessoas que participam de forma pontual, contribuindo para os debates.” Sem um CNPJ, sede ou contribuições financeiras fixas, o grupo toma decisões de forma horizontal, em conjunto. O movimento começou a surgir, em 2017, após o início do programa de concessão de parques do então prefeito João Doria (PSDB). Moradores da região do Ibirapuera e da Chácara do Jockey se uniram para discutir o novo modelo de gestão e perceberam que a preservação da fauna e da flora estava em segundo lugar nos planos do governo. Mobilizados e com apoio do então vereador Gilberto Natalini que na época era filiado ao PV, conseguiram um acordo na Justiça para criar um plano diretor que regrasse a atuação da iniciativa privada nesses espaços. Aos poucos, grupos de diferentes parques e ONGs se juntaram, até que o fórum foi formalizado em audiência na Câmara Municipal, em 2019, com a participação de vereadores do PV ao PSD, incluindo PSOL, PSB, PT e Cidadania. Há integrantes do fórum ligados a mandatos e partidos – a atuação do movimento é suprapartidária, como prevê o manifesto de fundação. Na articulação entre sociedade civil, poder público e mundo político, o fórum construiu uma carta compromisso de preservação do meio ambiente e valorização do desenvolvimento sustentável para adesão dos candidatos em 2020. “Um dos itens da carta era o aumento do orçamento da Secretaria do Verde para 1% do total da cidade por ano. É o mínimo que São Paulo precisa para o meio ambiente. A mudança foi positiva, mas temos de avançar mais”, afirmou Bodião. “A mobilização do fórum foi importante para sensibilizar Executivo e Legislativo.” À época, o então prefeito Bruno Covas (na chapa à reeleição com Ricardo Nunes, o atual mandatário) assinou a carta. “Isso também favoreceu essa mudança orçamentária”, disse o professor. Outra recente conquista do fórum foi a eleição dos Cades regionais, conselhos ligados à Secretaria do Verde que, por meio de seus representantes, visam a garantir a participação popular na discussão e execução de propostas socioambientais com as subprefeituras. O fórum esteve à frente de denúncias de falhas na plataforma de votação da Prefeitura Participe +, usada para eleger os conselheiros. Segundo Bodião, havia alto risco de fraude. “Se não tivéssemos nos mobilizado a tempo da eleição, ela teria acontecido com todos os problemas. Foi esse controle social que obrigou a secretaria a voltar atrás.” A votação foi refeita em novembro e os novos conselheiros já tomaram posse. Integrante da direção do movimento Defenda São Paulo, Sérgio Reze destacou a importância do fórum para sensibilizar governos e enfrentar a carência de ações ambientais. “A maneira como o Fórum Verde vem atuando é imprescindível.” Para Bodião, a principal demanda para suprir o gargalo do meio ambiente na cidade é adotar “políticas de Estado”, e não de governo, que mudam a cada gestão. “O fórum não existe para combater a Secretaria do Verde, mas, sim, fortalecer e ampliar as políticas de defesa do meio ambiente.” Fonte: Jornal O Estado de SP- 13/01

Perdemos Tomiko Born, um ícone da gerontologia

Neste final de ano perdemos Tomiko Born. Tivemos a honra de homenageá-la no Congresso de Envelhecimento Ativo, organizado pelo nosso mandato na Câmara Municipal de São Paulo e por diversos parceiros.