Alzheimer não tem cura, mas tem tratamento

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Apresenta-se como uma demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível tornar seu progresso mais lento e ter maior controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.
Apesar de não haver cura, e de não ser possível impedir o avanço da doença, existem duas formas de tratamento que podem tornar sua evolução mais lenta, além de favorecer a redução e o melhor manejo dos sintomas:
– Farmacológico ou medicamentoso: o tratamento específico para demência visa corrigir um desequilíbrio químico no cérebro e tem melhor resposta quando iniciado precocemente. Quando necessário, pode ser indicado tratamento complementar para eliminar ou reduzir alterações de comportamento, como agitação e agressividade ou do humos, como depressão.
– Estimulação: exercícios e participação em atividades que podem tornar o paciente mais ativo e funcional. A estimulação pode ser cognitiva, física e social. Envolve orientação por diferentes profissionais da saúde e prevê a utilização de habilidades que os pacientes ainda têm, o rsgate da identidade com investimento em autoestima e senso de utilidade, bem como treinamento de atividades da vida diária.
 

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