Gilberto Natalini SP

CDC Julio Botelho

O vereador Gilberto Natalini e o deputado Walter Feldman se reuniram com moradores da Penha no CDC Júlio Botelho, para discutirem problemas da região. Natalini é autor da emenda que proporcionou a reforma desse CDC.    

Vereador Natalini reune-se com liderancas da saude

O vereador Gilberto Natalini reuniu-se na tarde desta terça-feira, 26, com lideranças da área da saúde para debater o Sistema Único de Saúde. Em 2010 o sistema instituído pela Lei Orgânica da Saúde de 1990, baseada na Constituição de 1988, e que colocava a saúde pela primeira vez na história do país como “direito de todos e dever do estado”, completa 20 anos de existência. Leia mais sobre o SUS  

SUS: um jovem que deu certo

O SUS é o grande plano de saúde do povo brasileiro. Há aqueles que advogam que a saúde das pessoas deveria ser tratada como uma mercadoria qualquer. Acredito que haveria um genocídio no Brasil se, de repente, o SUS deixasse de atender as 150 milhões de pessoas que dependem dele.   Hoje, no momento que vivenciamos os 20 anos de existência do Sistema Único de Saúde, debruçamo-nos sobre uma dualidade de sentimentos: há muito que avançar, construir, aprimorar; porém é inegável o papel histórico deste sistema, que saindo agora da adolescência já prestou um imenso papel no acolhimento de milhões de pessoas.   A história em duas palavras   Participo do chamado movimento sanitário brasileiro desde 1970, quando entrei, como calouro, na Escola Paulista de Medicina.   Naquela época, em pleno regime militar, participei com toda dedicação das lutas estudantis, na área de saúde, que envolvia as universidades e os setores democráticos do país.   Lutamos pela federalização do Hospital São Paulo, fundamos o Encontro Científico de Estudantes de Medicina (ECEM), o jornal mural "Articulação", os movimentos populares de saúde da zona Leste, a partir do voluntariado médico do Cangaíba, bairro da zona leste da cidade de São Paulo. Das grandes lutas dos médicos residentes, surgiu a Associação dos Médicos Residentes do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (AMERIAMSPE), e em seguida o movimento "Renovação Médica", que a partir do Sindicato dos Médicos unificou as bandeiras gerais da Saúde Pública.   Tudo isto resultou em mobilizações cada vez maiores unindo os profissionais, a Universidade, uma parte dos setores públicos da Saúde, parlamentares e a população, culminando em 1988 com o grande debate sobre a Seguridade Social, e em particular a Saúde, na Assembléia Nacional Constituinte.   Venceu a tese de que "Saúde é um direito do cidadão e um dever do Estado", sendo, portanto criado o SUS.   O grande drama a partir daí é que os legisladores fundaram o SUS, mas não indicaram com segurança e precisão qual seria a fonte de financiamento do sistema. Este dilema persiste, de certa maneira, até os dias de hoje.   Ninguém almoça de graça: alguém paga a conta   O financiamento do SUS teve nestes 20 anos seus altos e baixos. A pior situação foi no início da década de 90, quando a soma das verbas federais, estaduais e municipais chegava a 100 dólares por brasileiro por ano. Foi um período muito difícil.   Em meados da década de 1990, a situação se reverteu um pouco e o dinheiro para financiar o sistema foi gradativamente aumentando, não no ritmo necessário, mas com avanços importantes, sendo que em outubro de 2000 conquistamos após árdua batalha política a aprovação da Emenda Constitucional 29.   Foi um marco histórico, quase tão importante como o movimento da fundação.   Período histórico rico: a descentralização   Tive a felicidade de viver de perto o processo de descentralização do SUS no Brasil. Eu era Secretário Municipal de Saúde de Diadema e fui eleito no início de 1997 presidente do Conselho de Secretarios Municipais de Saúde de São Paulo (COSEMS/SP). Em âmbito nacional foi o período da publicação da Norma Operacional Básica de 1996 (NOB/96). A NOB/96 formulava um conjunto de responsabilidades e regras para os municípios habilitarem-se nas diferentes condições de gestão, estabelecendo parâmetros de repasse de recursos ‘fundo a fundo’.   A efervescência da construção da rede municipal de Saúde com a habilitação na NOB/96 de milhares de municípios brasileiros dava um impulso enorme na consolidação do SUS. Alguns resistiram, mas foram poucos.   Na verdade, no Estado de São Paulo, em conjunto com a Secretaria Estadual de Saúde e com a ajuda de diversos parceiros, como as universidades e as Santas Casas, só ficaram três municípios fora do processo. Um deles foi São Paulo, que na época vivia a “aventura” do PAS.   Saímos pelo Estado afora discutindo com prefeitos e secretários de saúde, com instituições filantrópicas, entidades médicas e população, naquela que para mim foi uma Reforma do Estado na verdadeira acepção da palavra.   Fui reeleito presidente do COSEMS/SP e em seguida, eleito presidente do CONASEMS no período de outubro de1999 a dezembro de 2000.   O SUS construído no Brasil   Nesta época José Serra foi nomeado Ministro da Saúde. O CONASEMS vinha atuando no processo de habilitação dos municípios brasileiros no SUS. Demos continuidade e aprofundamos o processo, com a parceria estreita com os outros dois membros da comissão tripartite: o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). A mobilização era intensa.   Visitei todos os Estados da Federação e centenas de municípios, levando a bandeira do SUS, discutindo a organização do mesmo e seu financiamento.   Neste período o repasse do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos Municipais de Saúde passou de R$ 1,5 bilhão para quase R$ 7 bilhões. Foi no final de 1996 o período do Reforço e Reorganização do Sistema Único de Saúde (Reforsus), cujo debate e resultados atingiram todos os cantos do país, numa discussão levada pela Tripartite e Bipartites.   O Reforsus por meio de acordo de empréstimo celebrado entre o governo brasileiro e instituições financeiras como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Mundial (BIRD) que  investiram US$ 577 milhões na aquisição de  equipamentos médico-hospitalares e unidades móveis, reforma, adaptação e ampliação de área física dos servi&c cedil;os de saúde e principalmente na conclusão de estabelecimentos de saúde. A outra área de investimento que deu impulso ao SUS naquele período foram os investimentos na melhoria da gestão do sistema de saúde nacional.   Foi o período do incremento do programa da AIDS que ganhou projeção mundial. Foi também o período da implantação dos programas de hipertensão e diabetes; da criação dos mutirões de cirurgia.   Ao assumir o CONASEMS, o país tinha 1600 equipes de Programa de Saúde de Família (PSF). Atingimos 16000 equipes algum tempo depois.  Fizemos vários congressos e encontros técnicos no Brasil e alguns no Exterior, como por exemplo, o Congresso

Opiniao: Sao Paulo mais uma vez na frente

Ampliar o acesso da população a um atendimento médico eficiente e satisfatório deve ser prioridade de qualquer governo. Isso significa garantir os direitos básicos do cidadão e contribuir para o aumento da qualidade de vida. Ao contrário dos convênios médicos particulares, que são cobrados, o sistema público é universal e gratuito, portando deve receber investimentos públicos e contemplar cada vez mais pessoas.   Nesse sentido, a cidade de São Paulo tem sido um bom exemplo. Nos últimos cinco anos, ela ampliou de maneira expressiva sua rede de atendimento. Esse processo começou a partir da gestão de José Serra na prefeitura. Ele havia sido Ministro da Saúde durante quatro anos e sabia a importância de promover melhorias nessa área. Após deixar o cargo para concorrer ao governo do estado, assumiu o vice-prefeito Gilberto Kassab, que adotou a visão de Serra e soube dar continuidade aos projetos.   Em 2008, Kassab destinou quase 20% do orçamento municipal à saúde, o que viabilizou a construção e a reforma de diversas unidades de atendimento. Naquele ano, foi atingida a meta de 110 AMAs (Assistência Médica Ambulatorial). Hoje, esse número cresceu e no total, são 115 unidades comuns e outras 15 da AMA Especialidades em funcionamento. Elas dispõe de estrutura para atender casos simples sem agendamento, fazer alguns exames e pequenas cirurgias. Elas foram criadas para servir de alternativa aos prontos-socorros hospitalares e agilizar o atendimento.   Também foram entregues dois hospitais após um intervalo de quase 17 anos sem novas unidades. Em 2007 foi inaugurado o de Cidade Tiradentes e, cerca de um ano depois, o de M’Boi Mirim. Juntos, representaram aproximadamente R$ 226 milhões em investimentos municipais e estaduais, aumentando em 470 o número de leitos disponíveis no município. Agora, já foram definidos os locais onde serão construídos mais três hospitais: em Brasilândia (Zona Norte), Parelheiros (Zona Sul) e Vila Matilde (Zona Leste). As obras estão em fase de planejamento.   Para administrar os novos hospitais, foram firmadas parcerias com hospitais privados, como o Santa Marcelina e o Albert Einstein. As parcerias são um interessante sistema de gestão, pois possibilitam que os centros de excelência compartilhem seu conhecimento na área médica e coloquem em prática experiências bem sucedidas.   Enfim, quando se trata de saúde, a cidade de São Paulo adota mais uma vez a postura de liderança. Como médico e vereador, também tenho dado minha contribuição. Acredito que se continuarmos seguindo essas diretrizes, logo nossa rede de atendimento será referência nacional e quem mais se beneficiará disso é o cidadão.   Gilberto Natalini médico e vereador (PSDB/SP)

Discurso de Jose Serra no Encontro Nacional dos Partidos PSDB, DEM e PPS

“Venho hoje, aqui, falar do meu amor pelo Brasil; falar da minha vida; falar da minha experiência; falar da minha fé; falar das minhas esperanças no Brasil. E mostrar minha disposição de assumir esta caminhada. Uma caminhada que vai ser longa e difícil mas que com a ajuda de Deus e com a força do povo brasileiro será com certeza vitoriosa. Alguns dias atrás, terminei meu discurso de despedida do Governo de São Paulo afirmando minha convicção de que o Brasil pode mais.  Quatro palavras, em meio a muitas outras. Mas que ganharam destaque porque traduzem de maneira simples e direta o sentimento de milhões de brasileiros: o de que o Brasil, de fato, pode mais. E é isto que está em jogo nesta hora crucial!   Clique Aqui para ler o discurso na íntegra

Apoiando as pessoas com deficiencia fisica

O vereador Gilberto Natalini acompanhou o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, na feira REATECH, voltada para pessoas com deficiência física. Também estiveram presentes o deputado Walter Feldman e o subprefeito José Rubens. Serra disse durante a visita que pretende dar atenção especial aos portadores de deficiência, caso alcance o seu objetivo de presidir o país. Durante sua gestão como prefeito, Serra criou a Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e programas como Passeio Livre que beneficiam a população com deficiência.       Calcula-se que, no Brasil, aproximadamente 15% da população tenha algum tipo de deficiência – são quase 30 milhões de pessoas diretamente interessadas no assunto, sem contar familiares e amigos de deficientes.   Serra, bastante bem humorado, abraçou e beijou paraplégicos, portadores de síndrome de Down e de paralisia cerebral, deficientes auditivos e visuais.

Saude: movimento pro-Serra presidente reune-se em Brasilia, dia 27

Evento acontece às 14h, no Hotel Nacional   No próximo dia 27, terça-feira, haverá o lançamento do Movimento Saúde Serra Presidente. O evento acontece no Hotel Nacional, em Brasília, e contará com a presença de representantes da área da saúde que apoiarão a campanha do candidato do PSDB à presidência durante o ano. O grupo será coordenado pelo médico e vereador paulistano Gilberto Natalini e pelo ex-secretário de Assistência à saúde do Ministério da Saúde, Renilson Rehn.   Clique aqui para ver o convite   A atuação de José Serra como Ministro da Saúde colaborou para que fosse formada uma rede de simpatizantes e defensores de suas políticas de governo.   Na semana seguinte, no dia 3, o Movimento faz uma reunião em São Paulo. Dessa vez, o tema não será apenas a disputa presidencial, mas envolverá também a pré-candidatura ao Governo do Estado. Devem participar do encontro políticos de diversos partidos e profissionais da saúde em geral.   Calendário:   Lançamento do Movimento Saúde Serra Presidente Dia 27/04 – 14h Hotel Nacional, Brasília Setor Hoteleiro Sul – Quadra 1 – Bloco A   Reunião do Movimento Saúde Serra Presidente em São Paulo Dia 03/05 – 19h Rua Genebra, 25 (ao lado da Câmara Municipal de São Paulo), São Paulo

Lancado em Brasilia o movimento suprapartidario Brasil Saude

Na segunda, 03 de maio, teremos o lançamento em São Paulo   Com a presença de 200 lideranças, representando 20 Estados, foi lançado nesta terça-feira, 27, em Brasília, o movimento suprapartidário Brasil Saúde, com o desafio de colaborar na implantação de um sistema público de saúde de qualidade, que contemple a universalidade e a integralidade. O grupo reúne profissionais ligados ao setor, secretários estaduais, deputados e senadores, todos empenhados no apoio à pré-candidatura de José Serra (SP) à Presidência da República. Para o vereador Gilberto Natalini, um dos coordenadores, por tudo que fez como ministro da Saúde e ao longo de toda sua vida pública, “José Serra é o mais preparado para comandar o país nos próximos anos – e ainda atender os anseios dos brasileiros que sonham com um sistema de saúde de boa qualidade”.   “A saúde pode e precisa alcançar voos mais altos”, avalia Renilson Rehm, que também participa da coordenação. “Além disso, precisa se consolidar como uma política perene, independente de governo”.   O movimento pretende divulgar as realizações de Serra à frente do Ministério da Saúde, debater a situação atual do setor e promover a participação de todos na construção de propostas para a saúde.  “Serra não é apenas o mais preparado para o grande desafio que está colocado para o Brasil nos próximos quatro anos. É também o mais sensível às necessidades da população”, afirmou José Carlos Seixas, uma das principais autoridades do país na área da saúde pública. Também presentes em Brasília, Dr. Emil Razuk, presidente do CRO/SP, José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Luciano Artiolli, presidente nacional da ABCD, entre outros.   O mais preparado   José Serra foi ministro da Saúde (1998-2002). À frente da pasta, foi o responsável pela aprovação da Emenda Constitucional 29, garantindo mais recursos para o setor e criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, apesar do avanço ocorrido na gestão tucana, o advento do governo petista trouxe a estagnação para um setor considerado vital.   O deputado Rafael Guerra (MG) lamenta a falta de regulamentação da Emenda 29. “São sete anos aguardando a regulamentação da Emenda, mas o governo simplesmente não deu continuidade à proposta. Isso é incompetência administrativa”, critica. “A saúde é, entre outros, o calcanhar de Aquiles do governo federal. Apenas 2% do PIB (Produto Interno Bruto) são destinados ao setor”, lamentou o deputado.   Serra criou ainda o Programa Nacional de Controle da Aids, reconhecido como o melhor do mundo, aprovou a Lei dos Planos de Saúde, criou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e os medicamentos genéricos, priorizou a saúde da mulher com a realização da Campanha Nacional de Prevenção do Câncer de Colo de Útero. E também criou a Bolsa Alimentação como uma iniciativa de combate a mortalidade infantil e a desnutrição em famílias pobres do país.   O Movimento Brasil Saúde recordou uma frase usada por José Serra no lançamento de sua pré-candidatura: “A Saúde pode avançar muito mais. E nós sabemos como fazer isso acontecer”. Para o grupo suprapartidário, as ações do ex-ministro mostram exatamente o caminho para o setor avançar após anos de precariedade.   “O grupo está buscando mobilizar as forças sociais existentes na área da saúde para apoiar sua pré-candidatura à Presidência da República, sem, contudo, perder seu caráter suprapartidário”, conclui o manifesto.   Lançamento em São Paulo, em 03 de maio   Nesta segunda, três de maio, teremos o lançamento do movimento aqui na cidade de São Paulo. Desta vez o tema não será apenas a disputa presidencial, mas envolverá também a pré-candidatura ao Governo do Estado. O encontro ocorre na rua Genebra, 25, região central, às 19h. Não deixe de participar.   Para saber mais sobre o movimento Brasil Saúde acesse o site http://www.movimentobrasilsaude2010.com.br