Gilberto Natalini SP

Aliança ACA Laurência e CIESP Sul entregam o prêmio Excelência Mulher

O vereador Gilberto Natalini (PV) participou na noite desta 3ª feira (24/03), da entrega do Prêmio Excelência Mulher, organizado pela Aliança Aca Laurência e pelo CIESP Sul. Compuseram a mesa diretora: Vereador Gilberto Natalini (PV), Leonardo Ugolini Presidente da CIESP Sul, Silvia Casagrande Barbosa – Presidente da Aliança Aca Laurência, Rosely Ugolini- Presidente de honra da Aliança Aca Laurência, entre tantas outras autoridades e personalidades.  O evento aconteceu no auditório da FIESP, na Av. Paulista e homenageou 52 mulheres.

FIESP realiza 10º Prêmio FIESP de Conservação e Reúso de Água

O vereador Gilberto Natalini (PV), participou na noite desta 3ª feira (24/03) da entrega do 10º Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água. Além de Natalini, também participaram da mesa diretora Walter Lazzarini, Presidente do COSEMA- Conselho de Meio Ambiente da FIESP, Mario Hirosi- CIESP, entre tantas outras autoridades e personalidades.

Análise Perspectiva

A excelente entrevista do Professor de Harvard, Ricardo Hausmann à Revista Veja nos dá um panorama didático através da lei de causa e efeito. AS CAUSAS: O Brasil passou pela transição dos anos 80 aos trancos e barrancos, com a construção do sistema político, começando pela nova Constituição que primordialmente aumentou substancialmente as despesas públicas, provocadas pela euforia para dar ao povo condições de primeiro mundo sem – contudo – haver provisão orçamentária para tais aumentos. Conclusão: alta da inflação, para não falar em hiperinflação. Já em novo governo, a hiperinflação foi controlada mas com a contrapartida de diminuição dos investimentos públicos e aumento dos impostos. Mesmo assim com a inflação estabilizada conseguiu-se algumas reformas e o país avançou. Mas – sempre tem um ‘mas’ – conseguiu-se o equilíbrio das contas sem contudo promover poupança pública, o que, em outras palavras, significa que o governo gasta mais ( ou muito acima) do que arrecada, não permitindo nem poupança pública e tão pouco investimentos em infraestrutura. Um novo e surpreendente período presidencial de cunho popular, quase que incendiou o país visto que com conjuntura internacional favorável às commodities, entramos em ritmo de crescimento chinês, com PIB maior que 7%, levando a euforia governamental, quando passamos a optar não pelo investimento em infraestrutura mas, olvidando esta, em ampliação volumosa em benefícios sociais e também dando caráter de monopólio à Petrobras, exterminando o regime competitivo, subsidiou a gasolina, jogou todas as fichas no Pré-Sal, subjugou o Pró-Alcool e – o que é a pior opção – foi dado forte apoio ao aparelhamento da máquina estatal, fatos que vieram de encontro à impossibilidade de superávit real ou de aumento da poupança pública, mas que redundou em apoio para nova roda de poder. Assim, por mais uma vez, adiou-se investimento em infraestrutura, idem para a simplificação do sistema tributário, um dos mais altos do planeta, reforma política e previdenciária. Mesmo sendo um país dotado de um grande mercado interno de consumo, desprezando a globalização e garantindo o protecionismo, tolhendo-se assim a construção de uma economia competitiva. Debaixo do tapete do protecionismo jogou-se a preocupação com produtividade . Desprezou-se o fato de que com ela, todos ganham, os salários aumentam, mercadorias são compradas, as empresas vendem mais e o governo arrecada mais impostos. Todos saem ganhando. Porém, sem aumento da produtividade nem todos saem ganhando, pois esse conteúdo nacionalista, aparentemente protegido, acaba levando os consumidores a pagarem mais pelos produtos e se – ainda – haver incentivo com diminuição de impostos, o governo arrecada menos e os beneficiários dos serviços públicos é que saem perdendo. Some-se mais uma causa à condução de política diplomática, desprezando parceiros de enormes potencial, bem ao gosto de Marco Aurélio Garcia. OS EFEITOS Todas as causas mencionadas geram, como consequência, a montagem representada numa importante peça chamada ORÇAMENTO. O Orçamento de 2015 apresenta o seguinte quadro: (em R$) • Receita prevista 2,86 trilhões • (-) • Rolagem de títulos dívida 1,13 trilhões • Juros da dívida 0,352 bilhões 1,452 trilhões • Funcionalismo 0,237 bilhões • Transf a Estado e Municípios 0,229 bilhões • Outros gastos 0.091 bilhões • Disponível: Invest° & Gastos livres 0,295 bilhões Ressalte-se dívida da Petrobras (360 bilhões de R$) poderá vir a ser arcada pelo Tesouro. Dívida Pública representa 69% do Orçamento de 2015. Como não será liquidada no exercício, a rolagem aumentará esse percentual. Apenas 10,3% de 2,86 trilhões estão livres para atender poupança pública e investimentos. Eis o panorama que nos espera para 2015 e 2016, ano de Olimpíada. Esperemos que algo de muito bom possa ser feito para contornar essa difícil situação.

Vereador Natalini reativará Comitê Civil contra a Dengue

Com o aumento dos casos de dengue na cidade de São Paulo, o vereador Gilberto Natalini reativará o Comitê Civil de Combate à Dengue, que funcionou de 2004 a 2007 e contou com a participação de diversos representantes da sociedade civil, entre eles Sindicatos, Febraban, Representantes Religiosos, Associação Comercial, entre tantos outros parceiros. A reunião será dia 26/03, às 13h, na Câmara Municipal de São Paulo- Sala Oscar Pedroso Horta. Todos estão convidados. Juntos somos muito mais forte. Até lá!

Dia Mundial da Água é marcado com ato em defesa do Pq dos Búfalos

Nesse Dia Mundial da Água (22/03), a Frente Parlamentar pela Sustentabilidade, presidida pelo vereador Gilberto Natalini (PV), participou de ato em defesa do Parque dos Búfalos. Diversas personalidades políticas e ambientalistas prestigiaram o evento organizado pela comunidade local.

Lei 16.140 – Publicada no DOC em 18/03/2015, pag 1, col 1 e 2

Dispõe sobre a obrigatoriedade de inclusão de alimentos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação escolar no âmbito do Sistema Municipal de Ensino de São Paulo e dá outras providências. Clique aqui para ver a Lei ou Clique aqui para ver o PL 0451/2013

Frente pela Sustentabilidade organiza Seminário para discutir tecnologias para conter a crise hídrica

A Frente Parlamentar pela Sustentabilidade presidida pelo vereador Gilberto Natalini (PV) propôs um encontro sobre os novos caminhos da água, realizado na tarde desta quinta-feira na Câmara Municipal de São Paulo. O seminário – Virada da Água – contou com a presença de parlamentares e especialistas que falaram sobre a situação da crise hídrica na capital paulista. Segundo Natalini, o evento serve para propagar as necessidades do uso consciente da água. “Aprovamos um projeto de lei que visa o reúso, além do aproveitamento da água de chuva e subterrânea da cidade. Espero que agora ele seja aprovado pelo prefeito”, afirmou o vereador.