Seminário discute como enfrentar as crises hídrica e energética
Um seminário com especialistas em recursos hídricos, energias e mudanças climáticas discutiu a atual crise hídrica e de energia vivida pelos brasileiros na noite desta terça-feira (31/3), no Salão Nobre da Câmara Municipal. A iniciativa foi do vereador Natalini (PV), em conjunto com a Comissão Nacional de Direito Ambiental, da Ordem dos Advogados do Brasil- Seção São Paulo, por sua Comissão de Infraestrutura, Logística e Desenvolvimento e do COSEMA da FIESP. Foto: André Bueno- CMSP
Dengue Epidêmica
Assistimos a um importante e intenso período de importantes mudanças ambientais e climáticas onde as ocorrências determinam fortes impactos na qualidade de vida e segurança das comunidades.
Ato na Feira de Orgânicos do Ibirapuera comemora sanção da lei sobre merenda orgânica
O vereador Gilberto Natalini (PV), participou na manha deste sábado (28/03) de ato em comemoração à sanção da lei de sua autoria e também de outros parlamentares, que inclui alimentos orgânicos na merenda escolar da cidade de São Paulo. O ato aconteceu na Feira de Orgânicos do Ibirapuera, por iniciativa da AAO, Instituto Kairós, Muda e tantas outras entidades.
Frente pela Sustentabilidade discute ocupação desordenada das áreas verdes em SP
A Frente Parlamentar pela Sustentabilidade, presidida pelo vereador Gilberto Natalini (PV), recebeu na tarde desta quinta feira, na Câmara Municipal de São Paulo, líderes dos movimentos pró-parques e outros movimentos sociais.
Natalini participa do ‘Dia Roxo’ na Câmara de SP
Por iniciativa do vereador Gilberto Natalini (PV), em conjunto com a Associação Brasileira de Epilepsia – ABE, a Câmara Municipal de São Paulo sediou, na manhã desta quinta feira, o 1º Encontro Municipal sobre Epilepsia. O evento aconteceu justamente no dia 26 de março, conhecido mundialmente como Purple Day ou Dia Roxo. Na data, as pessoas vestem roxo para aumentarem a consciência de todos sobre a doença.
09/04/2015 – Lançamento do Comitê Civil contra a Dengue
Data: 09/04/2015 Horário: 13h00 às 15h00 Local: Câmara Municipal de São Paulo – Vd. Jacareí, 100 – Auditório Prestes Maia – 1º andar
Câmara reinstala Comitê Civil contra a dengue em SP
Por iniciativa do vereador Gilberto Natalini (PV) e apoio de outros parlamentares, a Câmara Municipal de São Paulo retomou na tarde desta quinta feira (26/03), o Comitê Civil contra a Dengue, que já existiu na Casa no ano de 2004 a 2007. Segundo Natalini, na época em que houve o surto da dengue na cidade (2004) o Comitê foi de extrema importância no combate ao mosquito. “Reunimos centenas de entidades da sociedade civil e ajudou muito. Agora vamos funcionar da mesma forma. Precisamos combater a epidemia começando pela nossa casa”, diz o vereador.
Aliança ACA Laurência e CIESP Sul entregam o prêmio Excelência Mulher
O vereador Gilberto Natalini (PV) participou na noite desta 3ª feira (24/03), da entrega do Prêmio Excelência Mulher, organizado pela Aliança Aca Laurência e pelo CIESP Sul. Compuseram a mesa diretora: Vereador Gilberto Natalini (PV), Leonardo Ugolini Presidente da CIESP Sul, Silvia Casagrande Barbosa – Presidente da Aliança Aca Laurência, Rosely Ugolini- Presidente de honra da Aliança Aca Laurência, entre tantas outras autoridades e personalidades. O evento aconteceu no auditório da FIESP, na Av. Paulista e homenageou 52 mulheres.
FIESP realiza 10º Prêmio FIESP de Conservação e Reúso de Água
O vereador Gilberto Natalini (PV), participou na noite desta 3ª feira (24/03) da entrega do 10º Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água. Além de Natalini, também participaram da mesa diretora Walter Lazzarini, Presidente do COSEMA- Conselho de Meio Ambiente da FIESP, Mario Hirosi- CIESP, entre tantas outras autoridades e personalidades.
Análise Perspectiva
A excelente entrevista do Professor de Harvard, Ricardo Hausmann à Revista Veja nos dá um panorama didático através da lei de causa e efeito. AS CAUSAS: O Brasil passou pela transição dos anos 80 aos trancos e barrancos, com a construção do sistema político, começando pela nova Constituição que primordialmente aumentou substancialmente as despesas públicas, provocadas pela euforia para dar ao povo condições de primeiro mundo sem – contudo – haver provisão orçamentária para tais aumentos. Conclusão: alta da inflação, para não falar em hiperinflação. Já em novo governo, a hiperinflação foi controlada mas com a contrapartida de diminuição dos investimentos públicos e aumento dos impostos. Mesmo assim com a inflação estabilizada conseguiu-se algumas reformas e o país avançou. Mas – sempre tem um ‘mas’ – conseguiu-se o equilíbrio das contas sem contudo promover poupança pública, o que, em outras palavras, significa que o governo gasta mais ( ou muito acima) do que arrecada, não permitindo nem poupança pública e tão pouco investimentos em infraestrutura. Um novo e surpreendente período presidencial de cunho popular, quase que incendiou o país visto que com conjuntura internacional favorável às commodities, entramos em ritmo de crescimento chinês, com PIB maior que 7%, levando a euforia governamental, quando passamos a optar não pelo investimento em infraestrutura mas, olvidando esta, em ampliação volumosa em benefícios sociais e também dando caráter de monopólio à Petrobras, exterminando o regime competitivo, subsidiou a gasolina, jogou todas as fichas no Pré-Sal, subjugou o Pró-Alcool e – o que é a pior opção – foi dado forte apoio ao aparelhamento da máquina estatal, fatos que vieram de encontro à impossibilidade de superávit real ou de aumento da poupança pública, mas que redundou em apoio para nova roda de poder. Assim, por mais uma vez, adiou-se investimento em infraestrutura, idem para a simplificação do sistema tributário, um dos mais altos do planeta, reforma política e previdenciária. Mesmo sendo um país dotado de um grande mercado interno de consumo, desprezando a globalização e garantindo o protecionismo, tolhendo-se assim a construção de uma economia competitiva. Debaixo do tapete do protecionismo jogou-se a preocupação com produtividade . Desprezou-se o fato de que com ela, todos ganham, os salários aumentam, mercadorias são compradas, as empresas vendem mais e o governo arrecada mais impostos. Todos saem ganhando. Porém, sem aumento da produtividade nem todos saem ganhando, pois esse conteúdo nacionalista, aparentemente protegido, acaba levando os consumidores a pagarem mais pelos produtos e se – ainda – haver incentivo com diminuição de impostos, o governo arrecada menos e os beneficiários dos serviços públicos é que saem perdendo. Some-se mais uma causa à condução de política diplomática, desprezando parceiros de enormes potencial, bem ao gosto de Marco Aurélio Garcia. OS EFEITOS Todas as causas mencionadas geram, como consequência, a montagem representada numa importante peça chamada ORÇAMENTO. O Orçamento de 2015 apresenta o seguinte quadro: (em R$) • Receita prevista 2,86 trilhões • (-) • Rolagem de títulos dívida 1,13 trilhões • Juros da dívida 0,352 bilhões 1,452 trilhões • Funcionalismo 0,237 bilhões • Transf a Estado e Municípios 0,229 bilhões • Outros gastos 0.091 bilhões • Disponível: Invest° & Gastos livres 0,295 bilhões Ressalte-se dívida da Petrobras (360 bilhões de R$) poderá vir a ser arcada pelo Tesouro. Dívida Pública representa 69% do Orçamento de 2015. Como não será liquidada no exercício, a rolagem aumentará esse percentual. Apenas 10,3% de 2,86 trilhões estão livres para atender poupança pública e investimentos. Eis o panorama que nos espera para 2015 e 2016, ano de Olimpíada. Esperemos que algo de muito bom possa ser feito para contornar essa difícil situação.