Gilberto Natalini SP

DEMOCRACIA SEMPRE!

A democracia no Brasil tem altos e baixos. Nosso país tem muitos períodos autoritários alternados de liberdades democráticas no decorrer de sua história política.

Não tão raras!   

No último sábado (28) participei do VIII Seminário de Epidermolise Bolhosa, uma doença rara, grave e pouco conhecida.  O evento foi organizado pela Dermacamp.

OS HUMANOS EM TEMPOS DIFÍCEIS

Aqueles, que já viveram mais de 50 anos, esperavam que o século XXI trouxesse tempos melhores. De fato, os avanços técnicos e científicos, da informação, da medicina, da produção, da genética, entre outros, são incontestáveis.

PARQUE QUE TE QUERO PARQUE

O mais famoso parque de São Paulo, o Ibirapuera, um dos símbolos da cidade, foi entregue em 1954, no seu 4º centenário.

Movimento “Velhice Não É Doença” mobiliza a Sociedade

O envelhecimento da população é um fenômeno global e, no Brasil, especialmente acentuado nos últimos 20 anos, tendendo a acelerar ainda mais nas próximas décadas. Atualmente, as mais de 34 milhões de pessoas acima dos 60 anos são responsáveis por 23% do consumo de bens e serviços no país, contribuindo assim, com seus recursos, para o crescimento da sociedade em geral. Estima-se que em 2040, 57% da força de trabalho brasileira terá mais de 45 anos, conforme aponta pesquisa da consultoria da PWC com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A COVID-19 E A EPOPEIA DAS VACINAS

As vacinas são uma das principais conquistas da humanidade. O SUS sempre foi um case de sucesso da vacinação no Brasil! Há décadas que o Brasil alcança o pódio no ranking mundial da imunização.

O “CLIMA ESTÁ ESQUENTANDO”! Literalmente!!!

O Clima do Planeta está mudando numa rapidez muito maior do que as previsões dos cientistas. O aquecimento global, que produz as mudanças climáticas, tem avançado célere, e vão se antecipando todos os fenômenos extremos previstos.

EM DEFESA DAS MATAS E DA ÁGUA

Há mais de cinco anos eu acompanho muito de perto a devastação dos remanescentes de Mata Atlântica da cidade de São Paulo. Esse processo danoso que havia sido brecado pela Operação Defesa das Águas, que em 2012 quase zerou a devastação dos mananciais, recomeçou em 2013, com a negativa da gestão Haddad em continuar a parceria com o Estado nessa operação.