Encíclica é tema de conversa entre Natalini e representantes do Vaticano na COP 21

O vereador Gilberto Natalini (PV) reuniu-se com o Cardeal Tuckson,  Presidente do Conselho Vaticano de Justiça e Paz e chefe da delegação da Santa Sé junto à COP 21,  para tratar de assuntos relacionados à encíclica  produzida pelo Papa Francisco, o papel da igreja em São Paulo e o Título de Cidadão Paulistano que o vereador concederá ao Papa Francisco.

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O Papa Francisco culpa a “humanidade” pelo aquecimento do planeta em sua encíclica sobre o meio ambiente, e ainda afirmou temer que o controle pela água por parte das grandes empresas mundiais termine por provocar uma guerra neste século.
“É previsível que o controle da água por parte de grandes empresas mundiais se converta em uma das principais fontes de conflitos deste século”, escreveu o pontífice, que viveu na Argentina, sua terra natal, as tensões sociais pela privatização da água.
O Vereador informou Sua Eminência de ter aprovado o título de cidadão paulistano para o Papa Francisco, como uma homenagem da Casa do Povo Paulistano, por seu notável papel como líder da Igreja e pela belíssima Encíclica “Laudato Si”, que com muita lucidez, aponta os caminhos a se trilhar nas questões ambientais e do aquecimento global. Ele também comentou que no sábado (6) teve a honra de contar com a presença de Dom Odilo Pedro Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, celebrando a missa comemorativa dos 40 anos de voluntariado médico no Cangaíba, bairro da região Leste de São Paulo, trabalho ao qual Natalini, médico cirurgião, se dedica desde os tempos da ditadura militar, como fundador e inspirador do grupo de jovens idealistas.
O vereador Gilberto Natalini é autor de diversos projetos de lei voltados à economia de água. Um exemplo é a Lei nº 16.174 de abril de 2015- Projeto de Lei (PL) nº 870/2013, de nossa autoria e coautoria dos demais vereadores da Casa. A referida lei obriga a Prefeitura a utilizar água de reuso, água de chuva e subterrânea. Este projeto, protocolado ainda antes da crise, tem como eixo central, tornar obrigatória a utilização de água de reuso para várias aplicações em obras e serviços executados diretamente pela Prefeitura ou por ela contratados. Desta forma poupamos mananciais e deixamos de usar água potável para usos menos nobres. Além disso, a lei recém sancionada permite redução de custos, pois o preço da água de reuso da Sabesp é de R$ 1,00/m³.
 
 

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