Gilberto Natalini SP

Vem Pra Rua

Manifestação Gilberto Natalini A sociedade brasileira tem se manifestado com indignação sobre o mar de corrupção que o Brasil presencia. São bilhões de reais desviados dos cofres públicos para as mãos de verdadeiras quadrilhas infiltradas em toda máquina do Estado, num conluio entre empresas, gestores públicos e agentes políticos. Além disso, o descontrole do governo na área econômica e a incapacidade de gestão jogou o país numa paralisia, que ameaça a vida dos brasileiros.

Vereador Gilberto Natalini faz visita de Vistoria ao HSPM

Na manhã desta quarta-feira (03/12), o vereador Gilberto Natalini visitou o Hospital do Servidor Público Municipal – HSPM. Natalini foi recebido pelo Diretor Técnico do Hospital que está substituindo a Superintendente, Dra Regina Athié, que se encontra em férias. A reunião com a diretoria teve como tema a situação geral do HSPM, no sentido de alavancar os projetos de recuperação da parte física e a aquisição de novos equipamentos.

Cades Santo Amaro discute abastecimento de água em São Paulo

Na manhã desta 5ª feira (4/12), o CADES Santo Amaro, presidida por Rodrigo Fittipaldi, realizou mais uma reunião ordinária. A pauta foi abastecimento de água na cidade de São Paulo e participaram da mesa, o vereador Gilberto Natalini (PV), Engenheiro Cabral- representando a subprefeitura, Rodrigo Fittipaldi, além de representantes da SABESP e da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

Cruz Verde conta hoje com 200 leitos para pessoas com paralisia cerebral grave

A Cruz Verde realizou na noite desta 4ª feira (3/12) o 7º Encontro Anual dos Amigos da Cruz Verde, uma forma descontraída e alegre de ajudar as crianças da instituição. O vereador Gilberto Natalini (PV), que há muitos anos apoia a entidade, fez questão de prestigiar o evento, juntamente com os amigos Walter Feldman, Beto Saad, Marilena Passios, Luciana Feldman, entre tantos outros.

Natalini contesta afirmação de Haddad sobre 'insensibilidade' de vereadores

Vereador há 14 anos, Gilberto Natalini (PV-SP) tem várias leis aprovadas em São Paulo e, cotidianamente, segue os problemas da cidade. “Não aceito o que o prefeito disse”, afirmou Natalini nesta quarta-feira (3) a respeito de entrevista concedida por Fernando Haddad à TV Estadão, do grupo do jornal O Estado de S. Paulo.

MANIFESTO POR UMA CÂMARA MUNICIPAL PRODUTIVA, RESPONSÁVEL E EFICIENTE

Neste segundo semestre, a Câmara Municipal de São Paulo trabalhou abaixo de suas obrigações mínimas. Sessões ordinárias e extraordinárias deixaram de ser realizadas por falta de quórum, embora o dinheiro público continuasse pagando os custos deste não funcionamento.Com um orçamento de 574 milhões de reais por ano, a Câmara tem um custo diário de R$ 1,4 milhão.

Comissão de Meio Ambiente discute Nova Lei de Zoneamento: Impactos Ambientais

A Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal de São Paulo, presidida pelo Vereador Gilberto Natalini (PV), discutiu nesta 3ª feira (2/12) a Nova Lei de Zoneamento e seus impactos ambientais. A apresentação foi feita pelo engenheiro Ivan Maglio e comentada pelo Urbanista Cândido Malta e pela representante da Promotoria de Meio Ambiente, Vanessa Ribeiro.  A apresentação de Ivan Maglio foi mais focada no bairro da Vila Mariana, no entanto é um retrato do que irá acontecer por toda a cidade.

Dos Ônibus Urbanos – Críticas e Sugestões

Dizem que na guerra entre o mar e as pedras, quem sofre são os mariscos. Da mesma forma, na guerra do transporte entre veículos quem sofre são os usuários de coletivos. Os cinco milhões de automóveis que diariamente circulam na Metrópole recebem das autoridades a classificação de indesejáveis, visando forçar o uso de transporte público. No entanto, as pessoas que se aventuram em atender à essa “convocação comunitária” tem enfrentado problemas maiores do que o famigerado congestionamento viário. Senão vejamos: A Metrópole cresceu tanto que não mais se identifica pelos pontos cardeais: norte-sul; leste-oeste. Já se introduziram no pedaço os pontos Sudeste, Sudoeste, Nordeste e Noroeste. Isto posto, na Zona Sul, o transporte público dos coletivos urbanos iniciam o trajeto pelos terminais instalados na periferia e de lá (considerando os horários comerciais) saem completamente lotados. Não cabe mais nenhum passageiro, por assim dizer. Mas eles têm que obrigatoriamente trafegar ou pela Av. Santo Amaro ou pela Av. Vereador JoséDiniz/Ibirapuera em toda sua extensão, embora praticamente lotados, enfrentam nesse trajeto cerca de (estimo) 30 pontos de ônibus. Em cada um desses pontos, passageiros descem em menor volume do que sobem. Em média, em cada ponto sobem cerca de 10 pessoas, o que permite calcular entrada de +- 200/300 passageiros durante a viagem. Da mesma forma em contrário senso do centro para o bairro, saem vazios e vão se avolumando (literalmente falando) exageradamente, com gente pendurada. No espaço da entrada de passageiros, onde cabem, digamos 5 pessoas, geralmente temos 15 ou mais. O interessante, porém, é que tanto o trajeto da Av.Santo Amaro/9 de Julho quanto o da Av. Ibirapuera/23Maio, chegam completamente sobrecarregados até o início da Santo Amaro (esquina com JK) ou do Largo de Moema/Hospital do Servidor. Daí em diante ambos os trajetos passam a ter coletivos com lugares vagos, dando a impressão ao chegar ao destino final que a linha é “folgada” . Da mesma forma, no retorno do Centro para o Bairro, saem vazios e no trajeto de estimados 40 pontos, recebem 10 pessoas – em média – em cada um deles. Descer no meio do caminho constitui numa verdadeira aventura para se conseguir chegar à porta de saída, mesmo estando perto dela, pois se enfrenta obstáculos não só de pessoas como de sacolas, mochilas, bolsas e smartphones e desaforos. No capítulo das sugestões, este é um drama muito fácil de ser resolvido: coletivos saindo do fim das avenidas (ou melhor, de Santo Amaro), coletando e no sentido contrário, coletando também no início, repetindo o que existia antigamente. Hoje em dia, foram extintas as linhas n°s 102 e 103, Santo Amaro, tornando-o bairro de passagem e não de preferência. Porque será que as “autoridades competentes” (sic) não veem o transporte público sob esse ângulo e procurem melhorar o sistema de fato?

PL 0533/2014

Declara de utilidade pública para fins de desapropriação o terreno situado entre as ruas David Perez e Salvador Dali, fazendo margem com a Represa Billings, no bairro Jardim Apurá, para criação do Parque dos Búfalos e dá outras providências. Clique aqui para ver o PL

Legionella causa pneumonia e pode levar a óbito

A Legionella é uma bactéria presente no meio ambiente, que vive preponderantemente na água. Quando a água é volatizada esta bactéria passa a acompanhar as gotículas. A Legionella ainda pode estar presente no ar e usar como meio de contágio as partículas de pó. A bactéria entra em ação ao ter contato com o pulmão de pessoas que estejam suscetíveis a adoecer, com a imunidade baixa, por exemplo. Uma vez aspirada, a bactéria da Legionella causa infecção pulmonar – um tipo de pneumonia – chamada de Legionelose ou mal dos legionários. Recebe este nome porque foi identificada nos Estados Unidos pela primeira vez em 1977, quando um surto deste tipo de pneumonia atacou integrantes da Legião Americana. A Legionella ataca principalmente pessoas com a saúde vulnerável como idosos, fumadores regulares, pacientes com doenças pulmonares crónicas (DPCO e enfisema), com sistema imune debilitado por doença oncológica, renal ou diabetes ou que tomem medicação para suprimir (enfraquecer) sistema imunitário (transplantados, quimioterapia). Dados da Previdência Social Brasileira indicam que em um ano, em média, há 2 milhões e 300 mil internações por pneumonia no Brasil. Mas ainda não há dados suficientes para saber quantos casos são causados pela bactéria Legionella que se não diagnosticada e tratada especificamente pode levar o paciente a óbito. Saiba mais sobre a doença no http://legionellaespecialistas.com.br/wp-content/uploads/2014/04/e-book/Html/LEGIONELLA-SETRI/index.html