Gilberto Natalini SP

Catedral de Santo Amaro passa por reformas

A herança cultural de Santo Amaro é famosa nacionalmente, desde a época em que o bairro era um município separado de São Paulo. A região, berço de poetas e artistas plásticos, tem em seu patrimônio a importante Catedral de Santo Amaro, localizada no Largo Treze. A falta de conservação causou, em 2007, a queda de parte do forro do teto. A restauração do prédio, um processo caro e demorado, está em plena atividade, numa iniciativa que tem apoio de setores empresariais e sociedade civil organizada do bairro, com total apoio do deputado estadual Barros Munhoz, do vereador Gilberto Natalini e do bispo Dom Fernando Figueiredo, entre muitos outros.   Natalini, padre Rogério e o deputado Barros Munhoz: esforço concentrado pela restauração da Catedral   O prédio é tombado pelo COMPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo). Faz parte de um conjunto de bens tombados dentro do Eixo Histórico de Santo Amaro e tem preservação integral, ou seja, qualquer alteração na estrutura para obras e reformas precisa ser comunicada. A primeira etapa da reforma custou R$ 300 mil, arrecadados com pessoas da região através da Associação dos Amigos da Catedral, presidida pelo bispo dom Fernando Antonio Figueiredo, com inestimável participação do Padre Rogério. Também fazem parte, no Conselho Consultivo, o vereador Gilberto Natalini e o deputado Barros Munhoz (ex-subprefeito de Santo Amaro). A reforma completa está estimada em R$ 2 milhões. A Associação está enquadrando a obra na Lei Federal de Incentivo à Cultura (ou Lei Rouanet), através da qual o contribuinte pode ter deduzido de seu Imposto de Renda até 100% do valor investido em projeto ligado à cultura.  “É importante para Santo Amaro cuidar bem de seu patrimônio cultural, responsável pelo desenvolvimento e forte identidade cultural da região”, comenta o deputado Barros Munhoz. “Com o apoio de lideranças locais e o engajamento da sociedade, o sentimento de amor e acolhimento que o bairro oferece pode durar por muitos anos”, complementa o vereador Natalini.

34,8 milhoes de pessoas vivem sem rede coletora de esgoto no Brasil!

O IBGE acabou de divulgar o resultado da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, com dados coletados em prefeituras, associações comunitárias e órgãos públicos e privados responsáveis por serviços de saneamento de todos os municípios brasileiros. O levantamento mostra que mais da metade dos domicílios brasileiros – 56% – não tem acesso à rede de esgoto. As regiões Norte e Nordeste são as mais deficientes nesse quesito.   Somente 28% dos municípios trata o esgoto coletado. E diante da desigualdade existente em nosso país, o saneamento é distribuído de maneira desigual: dos 34,8 milhões de brasileiros que vivem em municípios sem rede coletora, 15,3 milhões são nordestinos.   As consequências da falta de saneamento podem ser mensuradas através de um cálculo realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em que cada R$ 1 gasto em saneamento gera uma economia de R$ 4 em despesas com saúde. Portanto, fica reconhecida aqui a relevância do saneamento básico em termos de qualidade de vida, "pois sua ausência acarreta poluição dos recursos hídricos, trazendo prejuízo à saúde da população, principalmente o aumento da mortalidade infantil".   Fonte: O Estado de São Paulo            

Reuniao de Avaliacao da Nona Edicao da Conferencia de Producao Mais Limpa e Mudancas Climaticas da Cidade de Sao Paulo

Foi realizada hoje pela manhã a reunião de avaliação da nona edição da conferência de produção mais limpa e mudanças climáticas da cidade de São Paulo, ocasião em que tivemos a presença de vários parceiros e apoiadores. A reunião teve início com as palavras do Vereador Gilberto Natalini e transmitimos os agradecimentos a todos que colaboram para o sucesso deste evento, que já se tornou parte do calendário ambiental de nossa cidade.       Veja aqui o vídeo da reunião   Após a apresentação dos resultados da avaliação feita pelos participantes no dia 12 de maio, a PricewaterhouseCoopers – PWC – oficializou a entrega do inventário de neutralização dos gases de efeito estufa gerados pela nona conferência. Pelo quarto ano consecutivo, contamos com a PWC como nossa parceira e o resultado do relatório deste ano é um total de 21 mudas a serem plantadas. Um ponto importante apontado pela PWC é o aumento do uso do metrô como meio de transporte utilizado pelo público no dia do evento (campanha que fazemos junto com o Metrô).   O Grupo Sustentax apresentou os itens avaliados para recebimento do certificado PRATA de sustentabilidade de nossa Conferência, já apontando aonde podemos melhorar. A palavra foi aberta a todos os presentes e encerramos com a convocação para a próxima edição da P+L.

HOMENAGEM

O vereador Gilberto  Natalini será homenageado pela Ordem dos Economistas do Brasil ,em reconhecimento solidariedade e dedicação em prol da Saúde e Bem Estar do Prematuro. O ato ocorrerá na sede da Ordem em São Paulo nesta segunda feira (23) às 20:00.

CDC Julio Botelho

O vereador Gilberto Natalini e o deputado Walter Feldman se reuniram com moradores da Penha no CDC Júlio Botelho, para discutirem problemas da região. Natalini é autor da emenda que proporcionou a reforma desse CDC.    

Vereador Natalini reune-se com liderancas da saude

O vereador Gilberto Natalini reuniu-se na tarde desta terça-feira, 26, com lideranças da área da saúde para debater o Sistema Único de Saúde. Em 2010 o sistema instituído pela Lei Orgânica da Saúde de 1990, baseada na Constituição de 1988, e que colocava a saúde pela primeira vez na história do país como “direito de todos e dever do estado”, completa 20 anos de existência. Leia mais sobre o SUS  

SUS: um jovem que deu certo

O SUS é o grande plano de saúde do povo brasileiro. Há aqueles que advogam que a saúde das pessoas deveria ser tratada como uma mercadoria qualquer. Acredito que haveria um genocídio no Brasil se, de repente, o SUS deixasse de atender as 150 milhões de pessoas que dependem dele.   Hoje, no momento que vivenciamos os 20 anos de existência do Sistema Único de Saúde, debruçamo-nos sobre uma dualidade de sentimentos: há muito que avançar, construir, aprimorar; porém é inegável o papel histórico deste sistema, que saindo agora da adolescência já prestou um imenso papel no acolhimento de milhões de pessoas.   A história em duas palavras   Participo do chamado movimento sanitário brasileiro desde 1970, quando entrei, como calouro, na Escola Paulista de Medicina.   Naquela época, em pleno regime militar, participei com toda dedicação das lutas estudantis, na área de saúde, que envolvia as universidades e os setores democráticos do país.   Lutamos pela federalização do Hospital São Paulo, fundamos o Encontro Científico de Estudantes de Medicina (ECEM), o jornal mural "Articulação", os movimentos populares de saúde da zona Leste, a partir do voluntariado médico do Cangaíba, bairro da zona leste da cidade de São Paulo. Das grandes lutas dos médicos residentes, surgiu a Associação dos Médicos Residentes do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (AMERIAMSPE), e em seguida o movimento "Renovação Médica", que a partir do Sindicato dos Médicos unificou as bandeiras gerais da Saúde Pública.   Tudo isto resultou em mobilizações cada vez maiores unindo os profissionais, a Universidade, uma parte dos setores públicos da Saúde, parlamentares e a população, culminando em 1988 com o grande debate sobre a Seguridade Social, e em particular a Saúde, na Assembléia Nacional Constituinte.   Venceu a tese de que "Saúde é um direito do cidadão e um dever do Estado", sendo, portanto criado o SUS.   O grande drama a partir daí é que os legisladores fundaram o SUS, mas não indicaram com segurança e precisão qual seria a fonte de financiamento do sistema. Este dilema persiste, de certa maneira, até os dias de hoje.   Ninguém almoça de graça: alguém paga a conta   O financiamento do SUS teve nestes 20 anos seus altos e baixos. A pior situação foi no início da década de 90, quando a soma das verbas federais, estaduais e municipais chegava a 100 dólares por brasileiro por ano. Foi um período muito difícil.   Em meados da década de 1990, a situação se reverteu um pouco e o dinheiro para financiar o sistema foi gradativamente aumentando, não no ritmo necessário, mas com avanços importantes, sendo que em outubro de 2000 conquistamos após árdua batalha política a aprovação da Emenda Constitucional 29.   Foi um marco histórico, quase tão importante como o movimento da fundação.   Período histórico rico: a descentralização   Tive a felicidade de viver de perto o processo de descentralização do SUS no Brasil. Eu era Secretário Municipal de Saúde de Diadema e fui eleito no início de 1997 presidente do Conselho de Secretarios Municipais de Saúde de São Paulo (COSEMS/SP). Em âmbito nacional foi o período da publicação da Norma Operacional Básica de 1996 (NOB/96). A NOB/96 formulava um conjunto de responsabilidades e regras para os municípios habilitarem-se nas diferentes condições de gestão, estabelecendo parâmetros de repasse de recursos ‘fundo a fundo’.   A efervescência da construção da rede municipal de Saúde com a habilitação na NOB/96 de milhares de municípios brasileiros dava um impulso enorme na consolidação do SUS. Alguns resistiram, mas foram poucos.   Na verdade, no Estado de São Paulo, em conjunto com a Secretaria Estadual de Saúde e com a ajuda de diversos parceiros, como as universidades e as Santas Casas, só ficaram três municípios fora do processo. Um deles foi São Paulo, que na época vivia a “aventura” do PAS.   Saímos pelo Estado afora discutindo com prefeitos e secretários de saúde, com instituições filantrópicas, entidades médicas e população, naquela que para mim foi uma Reforma do Estado na verdadeira acepção da palavra.   Fui reeleito presidente do COSEMS/SP e em seguida, eleito presidente do CONASEMS no período de outubro de1999 a dezembro de 2000.   O SUS construído no Brasil   Nesta época José Serra foi nomeado Ministro da Saúde. O CONASEMS vinha atuando no processo de habilitação dos municípios brasileiros no SUS. Demos continuidade e aprofundamos o processo, com a parceria estreita com os outros dois membros da comissão tripartite: o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). A mobilização era intensa.   Visitei todos os Estados da Federação e centenas de municípios, levando a bandeira do SUS, discutindo a organização do mesmo e seu financiamento.   Neste período o repasse do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos Municipais de Saúde passou de R$ 1,5 bilhão para quase R$ 7 bilhões. Foi no final de 1996 o período do Reforço e Reorganização do Sistema Único de Saúde (Reforsus), cujo debate e resultados atingiram todos os cantos do país, numa discussão levada pela Tripartite e Bipartites.   O Reforsus por meio de acordo de empréstimo celebrado entre o governo brasileiro e instituições financeiras como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Mundial (BIRD) que  investiram US$ 577 milhões na aquisição de  equipamentos médico-hospitalares e unidades móveis, reforma, adaptação e ampliação de área física dos servi&c cedil;os de saúde e principalmente na conclusão de estabelecimentos de saúde. A outra área de investimento que deu impulso ao SUS naquele período foram os investimentos na melhoria da gestão do sistema de saúde nacional.   Foi o período do incremento do programa da AIDS que ganhou projeção mundial. Foi também o período da implantação dos programas de hipertensão e diabetes; da criação dos mutirões de cirurgia.   Ao assumir o CONASEMS, o país tinha 1600 equipes de Programa de Saúde de Família (PSF). Atingimos 16000 equipes algum tempo depois.  Fizemos vários congressos e encontros técnicos no Brasil e alguns no Exterior, como por exemplo, o Congresso

Opiniao: Sao Paulo mais uma vez na frente

Ampliar o acesso da população a um atendimento médico eficiente e satisfatório deve ser prioridade de qualquer governo. Isso significa garantir os direitos básicos do cidadão e contribuir para o aumento da qualidade de vida. Ao contrário dos convênios médicos particulares, que são cobrados, o sistema público é universal e gratuito, portando deve receber investimentos públicos e contemplar cada vez mais pessoas.   Nesse sentido, a cidade de São Paulo tem sido um bom exemplo. Nos últimos cinco anos, ela ampliou de maneira expressiva sua rede de atendimento. Esse processo começou a partir da gestão de José Serra na prefeitura. Ele havia sido Ministro da Saúde durante quatro anos e sabia a importância de promover melhorias nessa área. Após deixar o cargo para concorrer ao governo do estado, assumiu o vice-prefeito Gilberto Kassab, que adotou a visão de Serra e soube dar continuidade aos projetos.   Em 2008, Kassab destinou quase 20% do orçamento municipal à saúde, o que viabilizou a construção e a reforma de diversas unidades de atendimento. Naquele ano, foi atingida a meta de 110 AMAs (Assistência Médica Ambulatorial). Hoje, esse número cresceu e no total, são 115 unidades comuns e outras 15 da AMA Especialidades em funcionamento. Elas dispõe de estrutura para atender casos simples sem agendamento, fazer alguns exames e pequenas cirurgias. Elas foram criadas para servir de alternativa aos prontos-socorros hospitalares e agilizar o atendimento.   Também foram entregues dois hospitais após um intervalo de quase 17 anos sem novas unidades. Em 2007 foi inaugurado o de Cidade Tiradentes e, cerca de um ano depois, o de M’Boi Mirim. Juntos, representaram aproximadamente R$ 226 milhões em investimentos municipais e estaduais, aumentando em 470 o número de leitos disponíveis no município. Agora, já foram definidos os locais onde serão construídos mais três hospitais: em Brasilândia (Zona Norte), Parelheiros (Zona Sul) e Vila Matilde (Zona Leste). As obras estão em fase de planejamento.   Para administrar os novos hospitais, foram firmadas parcerias com hospitais privados, como o Santa Marcelina e o Albert Einstein. As parcerias são um interessante sistema de gestão, pois possibilitam que os centros de excelência compartilhem seu conhecimento na área médica e coloquem em prática experiências bem sucedidas.   Enfim, quando se trata de saúde, a cidade de São Paulo adota mais uma vez a postura de liderança. Como médico e vereador, também tenho dado minha contribuição. Acredito que se continuarmos seguindo essas diretrizes, logo nossa rede de atendimento será referência nacional e quem mais se beneficiará disso é o cidadão.   Gilberto Natalini médico e vereador (PSDB/SP)