Gilberto Natalini SP

Ética e Política: é possível??????????????

Esse evento é imperdível!!!!!!!!!!!!!!!!! Eu não perco por nada. No decorrer dos últimos anos, tornou-se corrente na realidade brasileira denúncias de corrupção e alguns políticos envolvidos em conduta criminosa, tanto a nível federal quanto regional. O lugar comum que o tema assumiu suscita o debate entre os cientistas políticos da compatibilidade entre “ética” e “política” e em que medida é possível aplicar valores éticos à conduta política. Entretanto, é preciso pensar a questão em perspectiva histórica, visto que o próprio fim da ditadura e o processo de redemocratização datam de um período recente e conturbado, portanto, ainda marcando a política nacional. Sob esta perspectiva, é possível questionar: de que maneira as últimas expressões da sociedade em busca por justiça e na exigência de um comportamento mais diligente e responsável, por parte de seus representantes políticos, estão traçando caminhos entre ética e política? É possível dissipar a associação inata entre política e corrupção que marcam a história brasileira? Como é possível regulamentar eticamente a conduta política e qual o papel da sociedade nesse processo? E é por isso que o vereador Gilberto Natalini (PV/SP), em parceria com a RAPS organiza um evento, para discutir “Ética e Política: é possível?”, com a presença do ex-senador, Pedro Simon, dos juristas, Dr. Miguel Reale Jr. E Hélio Bicudo, e do coordenador do Movimento Vem Pra Rua, Rogerio Chequer. SERVIÇO: Ética na Política: é possível? Data: 13/10/2015 Horário: 19h às 22h Local: CMSP / Vd. Jacareí, 100 – Auditório Prestes Maia- 1º andar  

Inscrições abertas para o Congresso Envelhecimento Ativo

A organização do III Congresso Municipal sobre Envelhecimento Ativo- Cidade Amiga dos idosos está a mil…. Uma iniciativa do vereador Gilberto Natalini e de mais de 30 parceiros. Programação praticamente fechada, apoiadores entusiasmados e agora inscrições abertas. Saiba mais e inscreva-se no envelhecimentoativo.com Em poucos anos presenciaremos no país a inversão da pirâmide populacional: teremos mais pessoas idosas do que jovens. Uma realidade que requer uma nova postura por parte de todos: governos, empresas, ONG, sociedade civil em geral. São Paulo, maior metrópole brasileira, já vivencia grandes desafios que vão da atenção às demandas de saúde à mobilidade urbana. E cada dia é mais urgente investirmos esforços para garantir, ampliar e qualificar os recursos para promover a saúde, a qualidade de vida, o ambiente saudável para tornarmos nossa cidade ‘amiga’ de todas as idades. Assim, favoreceremos o envelhecimento ativo de nossa população. A viabilidade das ações, pautadas nas melhores evidências gerontológicas, depende de esforços conjuntos para transpormos barreiras de diversas naturezas. Por isso, no Congresso deste ano decidimos ousar em refletir sobre a complexa questão do Financiamento. Na programação, a economia ampliada pública e privada no universo de ações para pessoas idosas, produtos e serviços para este público, políticas e boas práticas para se viver mais e melhor, com dignidade, liberdade e participação cidadã. Uma temática que abrange as tendências do mercado, os desafios do setor público, o envolvimento de entidades e sociedades para o encontro de soluções. São Paulo, com esta iniciativa, reúne as melhores condições para aprender com iniciativas externas, incorporar e gerar novas ideias, e, finalmente, tornar-se um verdadeiro modelo para multiplicação de iniciativas inovadoras para outras cidades do território nacional. Afinal, a longevidade é extremamente positiva para todos nós. Mas, ao mesmo tempo, implica responsabilidade maior e compromisso em acolher o envelhecer. Sejam todos bem vindos!!!!!

Heróis e Mártires da 2ª Guerra Mundial serão homenageados na Câmara Municipal de SP

O Vereador Gilberto Natalini e as entidades Sherit Hapleitá,  B´nai B` Rith do Brasil e UNIBES realizarão sessão solene em recordação aos heróis e mártires da segunda guerra mundial. Farão parte da mesa diretora:  Vereador Natalini, Abraham Goldstein- Presidente da B´nai  B´Rith, Rachel Gotthilf – Sobrevivente do Holocausto, Sr. Yoel Barnea- Cônsul Geral de Israel em SP, além de representantes do Exército, Marinha, Aeronáutica e FEB, representantes de entidades judaicas, entre outros. Com muita honra, mais um ano farei o cerimonial desse importante evento. As entidades comunitárias em diversos estados brasileiros se uniram na promoção de vários eventos para homenagear os heróis e mártires da 2ª Guerra Mundial, incluindo os que pereceram no Holocausto, os sobreviventes da perseguição nazista, os que lutaram a favor da democracia como os pracinhas da FEB e os soldados brasileiros judeus que se integraram nesta luta. A Sessão Solene em Comemoração ao Dia da Recordação dos Heróis e Mártires da II Guerra Mundial, instituído pela Lei Municipal nº 11.844 de 1995, acontecerá no dia 14 de maio, às 19 horas no Auditório Prestes Maia da Câmara Municipal de SP. Desde 1995 vem se realizando essa sessão solene, e já foi  sediada por diversas entidades como Fisesp, Centro de Cultura Judaica, A Hebraica de São Paulo, Macabi e B`nai B´rith. Como nos anos anteriores, a Sessão Solene contará com a presença de alunos das escolas públicas e autoridades das Forças Armadas, além da Banda do Exército.  Na ocasião, sobreviventes do Holocausto acenderão seis velas em memória dos 6 milhões de judeus que pereceram e representantes das Forças Armadas acenderão uma vela em memória dos pracinhas. Serviço: Sessão Solene em Homenagem aos Heróis e Mártires da Segunda Guerra Mundial Data: 14/05 Horário: 19h00 Local: Câmara Municipal de SP- Auditório Prestes Maia

Vereador Natalini reativará Comitê Civil contra a Dengue

Com o aumento dos casos de dengue na cidade de São Paulo, o vereador Gilberto Natalini reativará o Comitê Civil de Combate à Dengue, que funcionou de 2004 a 2007 e contou com a participação de diversos representantes da sociedade civil, entre eles Sindicatos, Febraban, Representantes Religiosos, Associação Comercial, entre tantos outros parceiros. A reunião será dia 26/03, às 13h, na Câmara Municipal de São Paulo- Sala Oscar Pedroso Horta. Todos estão convidados. Juntos somos muito mais forte. Até lá!

Gravidez nas mulheres vulneráveis é tema de Ciclo de Debate na Câmara Municipal de SP

O maior desafio hoje, no que se refere ao planejamento reprodutivo no Brasil, é garantir que a informação e as opções de planejamento reprodutivo  cheguem às populações de mulheres vulneráveis- como adolescentes, usuária de drogas, moradoras de rua e presidiárias, por exemplo. Preocupado com essa situação, o vereador Gilberto Natalini (PV) organiza o 32º Ciclo de Debate Município Saudável, que abordará o tema Gravidez nas mulheres vulneráveis. Entre os palestrantes está a Dra. Albertina Duarte – Coordenadora do Programa Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde. Conforme pesquisa divulgada recentemente em 35 países, publicada na revista especializada “Human Reproduction”, por ano, 15 milhões de mulheres engravidam porque não usam métodos contraceptivos. (veículo O Globo- 4/02/2015). Entre os principais dados da pesquisa, estão: – Entre 15 e 16,7 milhões de gravidezes indesejadas acontecem todos os anos em 35 países de baixa renda porque as mulheres não fazem uso de métodos contraceptivos considerados modernos, como a pílula e a camisinha. – O Brasil não foi um dos países pesquisados durante o trabalho, mas, por aqui, as gravidezes indesejadas também não são raras. Um levantamento feito com 24 mil grávidas de 9 meses no país e divulgado ano passado pela Fiocruz revelou que 55% delas não estavam planejando ter filhos naquele momento. – Segundo os autores, muitas das mulheres que engravidam nesses países enfrentam, no futuro, problemas como morte precoce, deficiências, redução de oportunidades de emprego ou interrupção nos estudos. – As mulheres mais pobres e com menos grau de educação estão entre as que menos fazem uso desses contraceptivos. –  Em meio as 14,8 mil grávidas da pesquisa que não usavam contraceptivos e não queriam ser mães, a principal razão para não recorrer a métodos de prevenção era o medo dos efeitos colaterais, apontado como motivo por 5,5 mil, ou 37% das mulheres. Oposição, da família ou da igreja, foi o motivo para 22,4% delas. E 17,6% subestimavam o risco de engravidar. Outras razões citadas foram o custo desses métodos e a falta de informação sobre eles. Sobre algumas mulheres vulneráveis: Adolescência interrompida Além das oportunidades de estudo e trabalho reduzidas, a mãe adolescente frequentemente reincide em uma nova gestação. Em 2011, no Brasil, aproximadamente 27 mil meninas entre 10 e 14 anos e mais de 600 mil jovens com idades entre 15 e 20 anos tiveram filhos. Dados de literatura médica apresentam 30% de reincidência de gestação no primeiro ano após o parto e 25% a 50% de reincidência de gestação no segundo ano após o parto. Descendentes do crack Outro grupo que pode apresentar baixa adesão ao planejamento reprodutivo é o de dependentes químicas. Dados do Centro Brasileiro de Informações sobre drogas psicotrópicas, da Universidade Federal de São Paulo, revelam que 62% das usuárias de crack se prostituem todos os dias para financiar o vício. Sem o poder de negociação para exigir o uso de preservativo, além da limitação da capacidade de julgamento, devido aos efeitos das drogas, podem ficar expostas tanto à gravidez, quando à contaminação por DSTs. A pesquisa realizada pela Fiocruz, encomendada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e divulgada pelos Ministérios de Justiça e Saúde, também revelou que mais da metade das usuárias de crack já engravidaram pelo menos uma vez desde que iniciaram o uso do crack e similares. Como consequência, o vínculo afetivo com o bebê pode ficar comprometido e assim ocasionar o abandono. Quanto voltam à rotina de consumo de drogas, as mulheres podem engravidar novamente. Gravidez no cárcere As pessoas provadas de liberdade também têm o direito à educação e à saúde. Às mulheres presidiárias também é garantido o acesso a métodos contraceptivos, pré natal, atendimento médico, partos e assistência ao puerpério, entre outros. Apesar das garantias legais, de acordo com relatório elaborado pelo Centro de Justiça e o Direito Internacional (CEJIL) sobre as mulheres encarceradas no Brasil, o aumento no número de presas não tem sido acompanhado por melhorias estruturais. Os bebês nascidos dentro de presídios podem ficar com a mãe somente até os seis meses de idade. A separação pode acarretar choques psicológicos e emocionais para as crianças. E, muitas vezes, elas são encaminhadas para abrigos. De acordo com números do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), de 2000 a 2006 o número de mulheres presas em todo o país aumentou 135,4%. Ser mãe é sonho de muitas mulheres. Mas poder escolher quando isso vai acontecer e se vai acontecer, é direito de todas. Isso significa receber orientações sobre a melhor forma de planejar ou evitar uma gravidez, ter acesso a vários métodos anticoncepcionais e poder esclarecer suas dúvidas sobre como usá-los de forma segura. Serviço: 32º Ciclo de Debate Município Saudável- Gravidez nas mulheres vulneráveis Data: 23/02 Horário: 18h30 Local: Câmara Municipal de São Paulo- Auditório Prestes Maia Vd. Jacareí, 100- 1º andar

52.000 homens são diagnosticados com câncer de próstata anualmente

O câncer da próstata é o mais comum tipo de câncer entre os homens. No Brasil, todos os anos, cerca de 52.000 homens são diagnosticados com câncer da próstata. A doença desenvolve-se quando as células da glândula da próstata começam a se multiplicar e crescer descontroladamente. Em muitos casos, esse é um processo de crescimento lento e o homem não percebe a sua evolução, pois ele pode nunca ocasionar um sintoma ou problema. Há, contudo, casos em que o processo é muito acelerado, com o câncer crescendo rapidamente, o que irá requerer tratamento para evitar ou retardar que ele se espalhe por outros órgãos. Na maioria dos homens, o câncer de próstata não apresenta qualquer sintoma na fase inicial de desenvolvimento da doença. Entretanto, alguns homens podem sentir os sintomas como: Jato de urina muito fraco ou reduzido; Necessidade frequente de urinar, especialmente à noite; A sensação de que sua bexiga não se esvaziou completamente e ainda persiste a vontade de urinar; Dificuldade de iniciar a passagem da urina; Dificuldade de interromper o ato de urinar; Urinar em gotas ou jatos sucessivos; Necessidade de fazer força para manter o jato de urina; Necessidade premente de correr ao banheiro – pode, inclusive, ocorrer que a urina vaze antes que chegue lá; Sensação de dor na parte baixa das costas ou na pélvis (abaixo dos testículos); Problemas em conseguir ou manter a ereção; Sangue na urina ou no esperma (esses são casos muito raros). Procurar um médico e fazer os exames de rotina é indispensável para a descoberta da doença e o tratamento. O médico irá solicitar a realização de alguns testes ou exames. Os exames a que seu médico pode submetê-lo são: teste de urina para descartar a possibilidade de uma infecção e um exame de sangue para determinar o nível de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se necessário pode ser solicitada uma biópsia guiada por Ultrasom Trans Retal. Caso o câncer tenha sido diagnosticado, outros exames poderão ser necessários para identificar o estágio da doença, tais como: Tomografia computarizada; Ressonância Magnética e Verificação óssea (escaneamento ósseo) com ou sem Raio X.

Vereador Natalini homenageará Dr. Kalache, idealizador do conceito Cidade Amiga dos Idosos

O vereador Gilberto Natalini entregará o Título de Cidadão Paulistano ao Dr. Alexandre Kalache, criador do Movimento Global das Cidades Amigas dos Idosos. A Sessão Solene acontecerá dia 9 de março, às 19h00, no Plenário 1º de maio da Câmara Municipal de São Paulo. Alexandre Kalache, médico, nascido na cidade do Rio de Janeiro, lançou o Marco Político do Envelhecimento Ativo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Movimento Global das Cidades Amigas dos Idosos entre muitas outras iniciativas de envergadura durante seu mandato como diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da OMS, entre os anos de 1995 e 2008. Antes de servir à OMS, Dr. Kalache ocupou posições acadêmicas nas Universidades de Oxford e de Londres, tendo, nesta última, concebido e coordenado o primeiro Mestrado em Promoção da Saúde (1990-1994). Ao longo de quarenta anos, Dr. Kalache vem fazendo com que sua formação médica, epidemiológica e gerontológica seja colocada em prática por meio de suas atividades em pesquisa, ensino e ativismo – particularmente quanto a salientar a importância global do envelhecimento populacional. Através de sua determinação e persistência, ele vem contribuindo significativamente para uma mudança de percepção, atitudes e valores quanto ao envelhecimento – tanto no Brasil como internacionalmente – em particular pelo enfoque positivo em relação à longevidade e à importância da abordagem do “curso de vida”, no que toca à saúde e ao envelhecimento. Seu conhecimento, experiência e reputação têm levado a demandas de todo o mundo – desde governos nacionais, regionais e municipais a universidades, organizações da sociedade civil e do setor privado bem como de agências intergovernamentais e da mídia. Desde que encerrou suas funções na OMS, Dr. Kalache integra conselhos diretores de várias organizações internacionais – como World Economic Forum e World Demographic and Ageing Forum – assim como consultor de diversas corporações – desde a indústria farmacêutica, alimentícia, de previdência e financeira até influentes fundações privadas. Embora tenha escritórios em diversos países (como Austrália, Estados Unidos e Espanha), Dr. Kalache tem recentemente dado ênfase a suas atividades no Brasil, a partir do recém-criado Centro Internacional da Longevidade em sua cidade natal. Por todas essas razões é mais do que justa a homenagem que o vereador Gilberto Natalini presta ao Dr. Alexandre Kalache.    

Alzheimer não tem cura, mas tem tratamento

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Apresenta-se como uma demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível tornar seu progresso mais lento e ter maior controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”. Apesar de não haver cura, e de não ser possível impedir o avanço da doença, existem duas formas de tratamento que podem tornar sua evolução mais lenta, além de favorecer a redução e o melhor manejo dos sintomas: – Farmacológico ou medicamentoso: o tratamento específico para demência visa corrigir um desequilíbrio químico no cérebro e tem melhor resposta quando iniciado precocemente. Quando necessário, pode ser indicado tratamento complementar para eliminar ou reduzir alterações de comportamento, como agitação e agressividade ou do humos, como depressão. – Estimulação: exercícios e participação em atividades que podem tornar o paciente mais ativo e funcional. A estimulação pode ser cognitiva, física e social. Envolve orientação por diferentes profissionais da saúde e prevê a utilização de habilidades que os pacientes ainda têm, o rsgate da identidade com investimento em autoestima e senso de utilidade, bem como treinamento de atividades da vida diária.  

Ingestão de bebida alcóolica durante a gravidez é um dos fatores causadores da Paralisia Cerebral

A Paralisia Cerebral consiste em um grupo heterogêneo de condições patológicas não-progressivas do movimento e da postura, que se manifestam no início da vida, atribuídas à várias etiologias, conhecidas e desconhecidas, envolvendo o cérebro imaturo. Existe fundamentalmente 4 tipos de Paralisia Cerebral: Espástico, Atetósico, Atáxico e Flácido. O mais comum é o tipo Espástico e o mais raro é o tipo Flácido. Quanto ao tratamento, este consiste em atendimento de uma equipe multidisciplinar, envolvendo neuro-pediatra, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudióloga e algumas vezes professores especializados. Casos há que necessitam suporte medicamentoso, quando existe associação de Paralisia Cerebral com Epilepsia ou quando é intensa a espasticidade, sendo então recomendado o uso de relaxantes musculares. A prevenção da Paralisia Cerebral envolve aspectos os mais diversos, que consistem principalmente em: Evitar casamentos consangüíneos; Fazer pré-natal regularmente, desde o momento, e até antes, da gravidez; Não ingerir bebidas alcoólicas; Não usar drogas e evitar o uso de qualquer medicamento; Não fumar e evitar contato com fumantes e Evitar situações conflitantes que possam levar ao “stress”. Para maiores informações consultar o site www.cruzverde.org.br

Ingestão de bebida alcóolica durante a gravidez é um dos fatores causadores da Paralisia Cerebral

A Paralisia Cerebral consiste em um grupo heterogêneo de condições patológicas não-progressivas do movimento e da postura, que se manifestam no início da vida, atribuídas à várias etiologias, conhecidas e desconhecidas, envolvendo o cérebro imaturo. Existe fundamentalmente 4 tipos de Paralisia Cerebral: Espástico, Atetósico, Atáxico e Flácido. O mais comum é o tipo Espástico e o mais raro é o tipo Flácido. Quanto ao tratamento, este consiste em atendimento de uma equipe multidisciplinar, envolvendo neuro-pediatra, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudióloga e algumas vezes professores especializados. Casos há que necessitam suporte medicamentoso, quando existe associação de Paralisia Cerebral com Epilepsia ou quando é intensa a espasticidade, sendo então recomendado o uso de relaxantes musculares. A prevenção da Paralisia Cerebral envolve aspectos os mais diversos, que consistem principalmente em: Evitar casamentos consangüíneos; Fazer pré-natal regularmente, desde o momento, e até antes, da gravidez; Não ingerir bebidas alcoólicas; Não usar drogas e evitar o uso de qualquer medicamento; Não fumar e evitar contato com fumantes e Evitar situações conflitantes que possam levar ao “stress”. Para maiores informações consultar o site www.cruzverde.org.br